segunda-feira, 17 de outubro de 2011

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Palestra MAX GEHRINGER




Boa tarde, Empresário (a)!
Tudo bem?

O Projeto ALI - Agentes Locais de Inovação está chegando ao fim, e para tanto, gostaria de convidá-lo para participar da palestra "O Século XXI é o século do Empreendedor com Max Gehringer", renomado administrador de empresas e escritor, autor de diversos livros sobre carreiras e gestão empresarial, conhecido por suas colunas em várias revistas, na rádio CBN e no programa Fantástico, da TV Globo.

A palestra ocorrerá no dia 10/10, próxima segunda-feira às 20h, no Teatro Rio Vermelho - Centro de Convenções de Goiânia. Tendo interesse em participar, favor, entre em contato pelo 0800 570 0800.

Mais uma vez, obrigada pela atenção!

Projeto ALI Goiás/ Sebrae-Go

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

mudança de horários- Maratona Projeto ALI Senador Canedo



Por demandas quanto ao horário noturno, os cursos das consultorias coletivas mudaram para o horário das 19h às 22h.

Att,

Lidiane Eto - Projeto ALI Sebrae-Go/ Confecção

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Dez coisas para saber antes de abrir seu próprio negócio

Ser dono do próprio negócio – em algum momento, esta ideia já passou pela cabeça de boa parte dos brasileiros. Mas para “aposentar” a carteira de trabalho e assumir de vez a função de empresário é preciso muito mais que vontade. Em uma conversa com o consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP) Reinaldo Miguel Messias para montar um guia com as dez principais orientações que todo empreendedor em potencial deve seguir antes de abrir um negócio próprio.

Messias diz que, em primeiro lugar, a pessoa deve estar atenta ao que ele chama de “4Ps”, ou seja, propósito (o quê), processo (como), pessoas (quem) e prazer.

“Propósito claro é aquilo que vai orientar a sua busca por um negócio. O ‘como’ é o processo, no caso, processo de fazer, de vender e de controlar. Depois disso, preciso de pessoas, tem a pessoa dono e a pessoa empregado. A cumplicidade, a complementaridade é que vai fazer com que as pessoas, trabalhando em processos adequados, atinjam o objetivo”, explica. “Prazer: nada vai dar certo se você não gosta do que está fazendo. Negócios passam por turbulências; se não gosta muito do que está fazendo, na primeira turbulência, não vai procurar o que fazer, vai fechar.”

1 - Empreenda no que conhece e gosta
“A receita para dar certo é empreender naquilo que a gente tem domínio. A costureira vai fazer sua lojinha com roupa. Depois de uma vida no segmento de confecção é pouco comum que vá abrir um restaurante.”

2 - Avalie a viabilidade financeira frente à idéia e oportunidade
“Não adianta gostar, a coisa tem que ser viável, tem que gerar lucro. (...) Quando a gente está pensando numa empresa, é importante pensar que cada dinheiro colocado lá dentro, vai ter que voltar numa medida de tempo.”

3 - Cuidado com a escolha do sócio
“É muito comum escolher sócio como ‘o cara que tem o dinheiro barato que eu preciso’ e isso acaba custando muito caro. Sócio é um complemento de conhecimento e de atitudes que você tem. Ele não é igual a você, mas é uma nova visão. Os dois têm que enxergar juntos na mesma direção.”

4 - Avalie a diferenciação de seu negócio em relação à concorrência e aos cenários
“Negócio legal é aquele que se diferencia dos demais – ser diferente é agregar outros valores. Não é ser diferente pela parte ruim: o que mais atrasa, por exemplo. Enxergar em que cenário esta atividade está situada. O ‘mais um’ está dividindo o bolo que todos já comem.”

5 - Esteja seguro de seus gastos e controle de suas despesas e custos
“Conheça a parte financeira da ‘encrenca’ que você está se metendo. Ter domínio. Sem controle financeiro, não se gerencia nada. É fundamental, principalmente quando está iniciando a atividade, saber onde está colocando cada centavo e como está voltando.”

6 - Considere sempre possíveis gastos adicionais com adequação do espaço de trabalho
“Não esqueça de trocar a fechadura das portas do comércio e checar se o banheiro é frequentável e está dentro da legislação da saúde pública, em número suficiente; se as vitrines são seguras; se a rede elétrica está devidamente dimensionada. A gente esquece destes detalhes quando esta fazendo o planejamento.”

7 - Trabalhe com pessoas que conheçam do negócio tanto ou mais que você
“Mesmo que custe um pouco mais é sempre bom evitar que os outros errem por você. É sempre bom contar com a competência. Quem paga pouco, recebe pouco. Cuide na competência, na adequação, no perfil da aparência. Essas pessoas têm que conhecer bem o negócio.”

8 - Todo começo é incerto. Cuide bem dos investimentos e do capital de giro
“As grandes perguntas são sempre: será que preciso mesmo de tudo isso? A gente tem um fogo de sair comprando coisas... Às vezes, numa atividade que está iniciando, o melhor é alugar, arrendar, pedir emprestado para um amigo, fazer um termo de comodato. O capital de giro é sempre aquela história: o único que acredita no seu negócio é você. 27% das empresas que abrem não terminam o primeiro ano. [Institutições financeiras] Gostam de dar crédito para a pessoa física, não para a jurídica. Olhe bem para ver quanto de capital de giro vai precisar antes de pedir emprestado.”

9 - Procure um contabilista competente para abrir sua empresa e assessorá-lo com impostos, tributações e taxas no dia a dia
“Geralmente, quando procura um contabilista, vai muito pelo valor que a pessoa está cobrando. Você deve perguntar se tem muitos negócios do mesmo ramo que o seu. Quanto mais atividades como a sua ele tem dentro da carteira, mais a par vai ficando. As tributações variam muito dependendo do segmento.”

10 - Lucro é a única forma de garantir o retorno dos investimentos. Atenção com ele!
“Negócio foi feito para gerar lucro, não amizade e relacionamento. Parte do lucro é o que consegue manter o seu capital de giro dentro da necessidade. A outra parte será responsável pelos investimentos para gerar alavancagem. Às vezes, guarda-se essa parte dentro do estoque, comprando o que não precisa, na quantidade que não deve, no momento que não é preciso. Veja como o lucro está sendo gerado. No começo, não dá para ter todo o lucro gerado pra gente.”

Erros mais comuns
Segundo Reinaldo Messias, um dos erros mais comuns que as pessoas cometem quando se aventuram pelo mundo do negócio próprio é quanto ao cálculo do tempo necessário para a maturação do projeto. “É a pressa, quando planejo por um período muito pequeno, ou, o contrário, planejo por um período muito grande e nunca tomo a iniciativa”, diz. “A ansiedade leva à falta de planejamento, falta de domínio do negócio.”

Como faz questão de destacar o consultor do Sebrae-SP, a vontade precisa de embasamento. “Por isso a gente estimula a fazer o plano de negócio – para conhecer do seu mercado, do seu negócio, do seu concorrente.”

Outro equívoco recorrente, segundo Messias, é achar que uma boa ideia é tudo. “Mentira. Ter dinheiro para implementar essa ideia é fundamental”, destaca. Ele diz que a fonte para a obtenção de recursos deve ser planejada de maneira adequada, já que o dinheiro pode vir, preferencialmente, de uma capitalização pessoal. “A uma taxa de juros relativamente alta, meu negócio tem que dar alguma coisa para pagar essa taxa e ainda sobrar para fazê-lo crescer”, lembra.

Outra alternativa interessante é através de uma sociedade, mas é preciso tomar cuidado com esta opção. “Uma sociedade na qual só um dos sócios tenha a verba não é muito bom, porque o poder vai para quem entrou com o dinheiro. É preciso ter uma linha equilibrada de divisão de poder.”

“Outro erro comum: abrir um negócio porque um amigo abriu e deu certo. É outro tempo, outro negócio”, destaca Messias.

Em caso de problemas
O consultor do Sebrae reitera que planejar é imprescindível, mas lembra, porém, que planejamento não é garantia de sucesso. Portanto, para aqueles que já abriram um negócio, mas estão diante de dificuldades, há alternativas para tentar “salvar” a empresa antes de, simplesmente, entrar com pedido de falência.

“Vá fazer uma consultoria. Em havendo alguma dificuldade, o Sebrae é um serviço gratuito, disponibilizado no país inteiro, que, em suma, oferece apoio e suporte à atividade de perenização de pequenos negócios, procurando orientar e estimular o empresário na busca de soluções mais adequadas”, diz.

“Não pular do barco na hora que bateu no iceberg, mas é sempre bom saber que o iceberg não vai sair dali. É preciso viabilizar a rota”, conclui Messias.


Por: Fabíola Glenia
Fonte: G1, 25/01/201
http://www.core-am.org.br/artigos.php?page=&p=4

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Palestra "Intraempreendedores: o motor da inovação nas organizações

O Programa de Incubação de Empresas da Universidade (Proine) e a Associação dos Jovens Empresários de Goiás (Aje) promovem a palestra "Intraempreendedores: O motor da inovação nas organizações", com o palestrante Prof. Dr. Marcos Hashimoto, Coordenador do Centro de Empreendedorismo do Instituto de Ensino e Pesquisa (INSPER) - autor de livros com o tema Empreendedorismo: Espírito Empreendedor nas organizações e Lições de Empreendedorismo.Lembrando que o evento é gratuito, mediante inscrição.

Data: 19/09/2011
Local: Auditório da Biblioteca Central do Campus II da UFG
Para inscrições, clique aqui .

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Workshop Manhã de Tendências dia 25/08/2011 no Sebrae, Goiânia-Go




Inscrições gratuitas pelo 0800 570 0800, e levando materiais de limpeza/ higiene pessoal para Doações a entidades carentes no dia do eventto.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Consumidor continua resistindo ao fim das sacolas plásticas

Embora em cidades como a paulista Jundiaí e a mineira Belo Horizonte o fim das sacolas plásticas já esteja se materializando, na maior parte do Brasil esse objetivo ainda está distante de ser alcançado.

A maioria das lojas continua enfrentando o grande dilema entre ser ecologicamente correta, reduzir custos e satisfazer a necessidade do consumidor, que (sim) continua adorando as sacolinhas plásticas.

"Faço compras depois do trabalho, como é que vou ficar carregando sacolas retornáveis?" pergunta a consumidora Maria Beatrice, de São Paulo. "Se não tenho como evitar as sacolas plásticas para acondicionar o lixo, por que vou abrir mão delas na hora da compra?", questiona a aposentada Alice das Neves. "Não lembro. Simplesmente não lembro de levar bolsas ou carrinhos para o supermercado", desabafa irritada a psicóloga Suely Miguel.

Para o consumidor, abandonar um hábito tão arraigado não está sendo nada fácil. Afinal, as sacolinhas de plástico foram colocadas no mercado há nada menos de 50 anos e, desde então, oferecem uma comodidade que todos valorizam.

"Tenho uma cliente que usa uma sacola para cada produto. Quando fui questioná-la, usando o argumento ecológico, ela simplesmente ameaçou nunca mais comprar na loja". diz alarmado Antonio Ferreira de Souza, gerente de uma das lojas da rede paulistana Futurama.



Para Genival de Souza Beserra, diretor da fluminense Prezunic, o brasileiro só deixará de usar as sacolas plásticas quando sentir no próprio bolso o ônus dessa escolha. Tanto que a empresa está tentando influenciar o governo local a tornar obrigatório o pagamento das sacolas. Por enquanto, a tática tem sido oferecer descontos aos clientes que utilizam unidades retornáveis, o que já contribuiu para reduzir a utilização das plásticas, em 15%, no último ano.

Segundo pesquisa recente realizada pela Asserj (Associação dos Supermercados do Estado do Rio de Janeiro), um ano após a entrada em vigor da Lei 5.502/09, que desestimula (sem proibir) o uso de sacolas plásticas no Estado, a população deixou de consumir 600 milhões de unidades, ou 25% dos 2,4 bilhões de sacolas plásticas anuais. O volume é importante, mas ainda aquém do desejável.



Além da resistência dos consumidores, o Rio enfrenta a preocupação dos supermercadistas. "Apoio a racionalização do uso, mas não a proibição total", afirma Manuel Pinheiro, diretor executivo da rede Mundial. Segundo ele, as alternativas apresentadas até hoje são insatisfatórias.

O varejista acredita que fornecer caixas de papelão, por exemplo, esbarra na questão da segurança alimentar. "Quem garante que as caixas não foram usadas para transportar inseticidas, gerando riscos de contaminação de perecíveis frescos?", pergunta. O mesmo raciocínio é adotado para as sacolas retornáveis. "Em um dia elas podem ser empregadas para carregar produtos de limpeza e em outro para transportar alimentos, Isso não é bom", acrescenta.

No Rio Grande do Sul, a resistência também é grande. Para Antonio Cesa Longo, presidente da Agas, associação que reúne os supermercadistas do Estado, a sacola plástica vai muito além de embalar as compras. "Ela tem um papel fundamental no destino e na reciclagem do lixo, é utilizada para proteger produtos da chuva, e possui várias outras formas de reutilização", explica.



Pesquisa recente da Agas, com 400 consumidores de todas as faixas de renda e idade, mostra que 42,8% dos gaúchos são definitivamente contra a proibição das sacolas plásticas, enquanto 38,3% revelam-se favoráveis, mas somente quando houver uma alternativa comprovadamente eficaz. Hoje, os supermercados do Estado gastam R$ 190 milhões por ano com a aquisição de 1,5 bilhão de sacolas plásticas.

Em São Paulo, a Justiça havia concedido liminar contra a lei das sacolas plásticas. A decisão foi publicada no dia 30 de junho no Diário da Justiça. A lei havia entrado em vigor em maio deste ano, mas garantia um período de adaptação aos estabelecimentos comerciais até 31 de dezembro. A ação ainda será julgada pelo órgão especial do Tribunal da Justiça.

Apesar das dificuldades para implantar as mudanças, Sussumu Honda, presidente da Abras (Associação Brasileira de Supermercados), anunciou uma meta de redução do uso de sacolas plásticas de 30% até 2013 e de 40% até 2015. Para ele, essas metas são factíveis, sobretudo se for criada uma legislação federal proibindo a distribuição gratuita das sacolas, como já acontece em outros países.

Fonte: Supermercado Moderno

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Zara reconhece trabalho irregular em confecção no interior de SP

FELIPE VANINI BRUNING

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA DE SÃO PAULO
MÁRCIO NEVES

O Ministério Público do Trabalho do interior paulista informou nesta quarta-feira que tem um inquérito em andamento com relação a uma confecção prestadora de serviços da marca de roupas Zara.

Na fábrica de confecções, localizada em Americana, no interior de São Paulo, fiscais do trabalho encontraram 40 bolivianos mantidos em condições análogas à escravidão.

Procurada pela Folha, a Inditex, controladora espanhola da Zara, reconheceu por meio de um comunicado a irregularidade encontrada em seu fornecedor.

Segundo a denúncia, 40 trabalhadores eram submetidos a jornadas superiores a 14 horas diárias, além de serem confinados em moradias precárias e sem higiene.

A rede afirma que, "ao ter conhecimento dos fatos, exigiu que o fornecedor responsável pela terceirização não autorizada regularizasse a situação imediatamente".

A empresa também disse que conta com cerca de 50 fornecedores fixos, que somam mais de 7.000 colaboradores, e que possui um sistema de auditoria anual das condições de trabalho em seus fornecedores.