segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Top 5: visual de loja em 2010 - Realidade aumentada, veículos, curiosidade, novos manequins e materiais simples

21/12/2010 - 12:00


1. Realidade aumentada: um dos recursos elencados entre o top 5 tecnologias de 2009 agora demonstra seu potencial para o varejo, aplicado em vitrines. Através da realidade aumentada, clientes puderam experimentar virtualmente, na rua ou em casa, os relógios Tissot e os óculos da inédita máquina Chilli Beans. Aliada aos QR codes adesivados em vitrines, a tecnologia funciona como um importante pilar da ponte entre online e offline, que deve ficar cada vez mais forte nos próximos anos.

2. Varejo em movimento: Transpor os limites da loja para ir ao encontro de clientes não só com propaganda foi uma estratégia recorrente em 2010. A marca de perfumaria Penhaligons´s personalizou táxis londrinos, e quem entrava em um destes automóveis não só sentia um dos perfumes, como também recebia do taxista, previamente treinado pela marca, uma aula sobre seus produtos. Ray-Ban modificou completamente um vagão de metrô, com bancos em forma de wayfarer e óculos suspensos por cabos para quem quiser experimentar.

3. Desculpe a curiosidade: Invés de pedir desculpa pelo transtorno causado por obras, muitas marcas deviam pedir desculpas pela curiosidade que despertaram em clientes. Marisa conseguiu, apenas com um tapume furado e uma televisão, manter convidativa a fachada de uma loja em reforma. Algo semelhante foi feito pela Munich, que colocou dezenas de olhos mágicos dentro e fora da loja, exibindo neles um vídeo com seu processo produtivo.

4. A revolução dos manequins: Surgidos no século 18, os manequins estáticos ainda são encontrados em esmagadora maioria no varejo, mas duas novidades de 2010 podem revolucionar o mercado. A 1ª é o robô Fits.me, que aumentou vendas em 300% e diminuiu em 28% o número de devoluções de compras feitas pela internet. A outra são os bonecos com rostos famosos, feitos pela Expor Manequins, cuja proposta não é inovadora, mas a técnica de produção ficou muito mais rápida e barata.

5. Objetos comuns + composição incomum: O quê, além da moda, Hermès, Gap, H&M, Rinascente, Harvey Nichols e LululemonAthletica têm em comum? Todas utilizaram materiais acessíveis, como papel, carretéis, lápis e prendedores, para criar vitrines interessantes em 2010. Estas cenografias com itens simples de grandes lojas em capitais mundiais da moda demonstram que requinte e sofisticação não são sinônimos de materiais caros e composições elaboradas ao extremo. Criatividade ainda é o melhor apelo.

Fotos: Divulgação


Outros Top 5 de 2010

www.j.mp/tops2010



Eduardo Pedroso
eduardo.pedroso@usefashion.com

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Contorno expandido

Adicionado : 6/12/2010

O corpo da mulher mudou, o tamanho M de dez anos atrás virou P de hoje, diz Roni Argalji, presidente da Duloren. E como a moça roliça domina o cenário nacional, não dá mais para vestí-la como se fosse a última da fila. Calcinha paraquedas? Não mais.

A protagonista de novos contornos, ex-magra passou a receber a atenção do fabricante carioca de lingerie. A empresa comprou novas máquinas e investiu em matéria-prima para a fabricação do tecido Sensual Curves, que dará origem a uma linda de lingerie plus size de mesmo nome. A diferença desse material está na composição, com 45% de elastano, enquanto o tradicional leva 18%. "Ele é mais rídio que o normal, adere ao corpo e é confortável, não sufoca e dá segurança".

Afinal, apesar dos tamanhos grandes, do 46 a 54, das novas calcinhas, elas são diferentes das clássicas modeladoras. Para ficar bem longe do visual da calçola cor-de-pele de cintura alta, elas ganharam rendas , bordados e estampas e todo apelo que é caracteristico da Duloren.

As novidades chegam a cerca de cinco mil pontos de venda em março, custando até 10% a mais que as peças plus size convencionais. Serão dez modelos entre calcinhas e sutiãs, com produção inicial entre 50 a 100 mil itens, produzidos no bairro do Vigário Geral no Rio de Janeiro.

Valor Economico 05 de Dezembro de 2010

http://www.sindicatosp.com.br/content/news/News_Item.asp?content_ID=2852

Fast-fashion à brasileira: aumenta o acesso à informação sobre moda

Potencial de consumo da classe C está mudando o perfil dos grandes magazines nacionais
Adicionado : 26/11/2010

O fenômeno fast-fashion é sucesso absoluto há alguns anos na Europa e nos Estados Unidos. Marcas europeias copiavam o que se via exclusivamente nas passarelas e vendiam em larga escala a preços modestos 15 euros por casacos, 10 euros por saias. Assim, as tendências começaram a aparecer nas ruas em uma velocidade muito mais rápida. A novidade é que, agora no Brasil, tradicionais magazines, como Renner, Lojas Marisa, Riachuelo e C&A, estão investindo nesse filão.

Além de fechar parcerias com nomes de peso, esses estabelecimentos têm montado uma equipe de compra e criação conectada aos principais bureaus de tendência. Quase na mesma dimensão que as grandes redes do mundo, como a espanhola Zara, a inglesa Topshop (que anunciou a abertura de sua primeira loja no Brasil em 2011, no Shopping Iguatemi, em São Paulo) e a sueca H&M.

Cientes do potencial de consumo das classes C e D e do aumento do desejo dessa faixa da população por moda, as empresas de fast-fashion brasileiras antecipam os desejos do mercado, e, quem diria, acabam atingindo em cheio também os consumidores das classes A e B. Para conseguir tal façanha, as grandes magazines correm atrás de estilistas consagrados para firmar parcerias. As marcas contratam um designer, que desenha uma coleção exclusiva. Os produtos são mais simples, de material mais barato e produzidos em larga escala. As peças chegam às lojas com uma grande estratégia de divulgação. Em alguns casos, há filas no dia do lançamento.

— A ideia é dar condições para todos se expressarem por meio da moda — justifica Flávio Rocha, presidente da Riachuelo.

As parcerias não resultam em uma linha com a mesma qualidade e inovação das marcas originais. Mas estão longe de serem comuns e sem graça.

— É uma oportunidade para as classes C e D terem acesso a peças de design legítimas — argumenta Oskar Metsavaht, estilista e proprietário da Osklen, que fechou a mais recente parceria brasileira com a Riachuelo, lançada semana passada. — Fiz uma coleção pensando na classe C, mas acho que os fashionistas vão gostar. Todo designer quer que suas criações sejam usadas por todo mundo. Eu consegui baratear a produção sem afetar a qualidade do meu design — diz ele.

Oskar nega que seja uma versão mais barata das criações na Osklen. Mas as semelhanças não podem ser ignoradas. Se é válido do ponto de vista fashion ou não, pouco importa.

— Não é o Oskar que está se popularizando é o cliente Riachuelo que está cada vez mais chique — conclui o presidente da loja, Flávio Rocha.



A espanhola Zara foi uma das pioneiras do fast-fashion mundial, tornando-se febre do consumo rápido nos cinco continentes
P

ode-se considerar uma série de fatores quando se analisa a aceleração do fenômeno no Brasil. Mas a ascensão da classe C à posição de grupo com o maior potencial de consumo do país é determinante. Hoje, esses trabalhadores representam 50,5% da população e 45,66% do poder de compra — maior que os 44,12% das classes A e B. Além disso, são vorazes consumidores de informação.

— O pessoal de baixa renda está ansioso para consumir moda. O desafio é criar roupas para um público sem orçamento, mas com acesso à informação — analisa Flávio Rocha, da Riachuelo.

Grandes parcerias

:: Classe C em números

As consultorias especializadas na classe C estão crescendo no mercado. Elas pesquisam o poder de consumo da nova classe média brasileira. Seguem alguns dados.

As mulheres são:

- 50% das clientes dos supermercados
- 59% dos shoppings
- 51% das lojas de roupa
- 51% das farmácias
- 72% das jovens entre 18 e 24 anos da classe C já trabalham e 14% recebem mesada
- 71% dos gastos mensais dessas jovens são em roupas e acessórios
- 17% das jovens da classe C acham importante ficar na moda
- 28% assumem que são muito consumistas
- 6 milhões de mulheres usam crédito porque não aguentam esperar para pagar à vista. - Quase 90% dessas mulheres são das classes C, D e E
- 11,4 milhões de mulheres afirmam que não conseguem guardar nenhum dinheiro - 10 milhões desse grupo estão na classe C.



Fonte:Donna

http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/donna/19,206,3114673,Fast-fashion-a-brasileira-aumenta-o-acesso-a-informacao-sobre-moda.html

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Bancos de carros viram jaquetas e bolsas

Platinum Dirt cria peças em couro reciclando marcas como Cadillac e BMW

25/11/2010 - 13:49

De acordo com a Oica (Organização Internacional de Fabricantes de Automóveis), foram produzidos mais de 60 milhões de carros no mundo todo em 2009. Assim como o número de veículos novos é grande, a quantidade de veículos obsoletos aumenta na mesma proporção, e é destes carros em desuso que sai a matéria-prima da Platinum Dirt.

Para criar jaquetas e bolsas, a marca recicla bancos em couro de marcas como Cadillac, BMW, Mercedes, Jaguar e Lincoln. O símbolo da marca do veículo vira parte do zíper da jaqueta ou um chaveiro para a bolsa, enquanto o número de identificação do veículo é estampado na parte interna das peças.

Por fora, é possível encontrar o logo da montadora na região do peito ou dos ombros, próximo do logo da marca. Segundo a Platinum Dirt, o couro destes modelos é 2 ou 3 vezes mais resistente que os utilizados normalmente para confecção destes produtos.

No ano passado, Fiat e Oskar Metsavaht, responsável pela criação e estilo da Osklen, criaram uma coleção chamada Osklen Drive Linea. Ressaltar o estilo simples, esportivo e minimalista do lançamento da montadora era o principal objetivo das peças, feitas em couro e lona.

Fotos: Divulgação



Eduardo Pedroso
eduardo.pedroso@usefashion.com

Fonte: UseFashion

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

As pequenas e médias empresas devem investir em marketing?


Crédito Imagem: Hafdís Hilmarsdóttir/Creative Commons

O marketing bem feito pode alavancar negócios de qualquer porte, diz especialista


Editado por Priscila Zuini, de EXAME.com

Marketing é “luxo” para uma pequena empresa?
Respondido por Daniela Khauaja, especialista em marketing


São Paulo - Não. Essa é uma grande miopia de donos de pequenas e médias empresas. Em primeiro lugar, marketing não é comunicação. A comunicação é apenas um dos elementos do composto de marketing, que também inclui a definição do produto ou serviço, a escolha dos canais de distribuição e das estratégias de preço.

Marketing é uma abordagem de negócios, um conceito sobre como as empresas devem ser gerenciadas. O princípio fundamental do marketing é tornar o foco no cliente uma prioridade estratégica para a empresa. Embora muitas organizações preguem essa máxima, poucas elaboram planos e executam ações que de fato demonstrem isso.

Os processos de marketing visam à gestão do relacionamento com clientes e com os demais públicos de interesse. Quando a orientação de marketing faz parte da gestão da empresa, percebe-se o impacto positivo nos resultados. E isso custa caro? Não necessariamente. Em primeiro lugar, custo é relativo. Quando dá resultado positivo, torna-se investimento e não custo.

Além disso, naturalmente, o investimento em marketing é proporcional ao porte da empresa e seus objetivos, como volume de vendas e participação de mercado. Não se deve pensar em dar um tiro de canhão para matar uma formiga. Marketing não é luxo, ao contrário, deveria fazer parte da cesta básica de todos os portes de empresa.

Daniela Khauaja é especialista em marketing pela Western International University de Londres e coordenadora da área de marketing de pós-graduação da ESPM.

Envie suas dúvidas sobre marketing para examecanalpme@abril.com.br.

Registro de marcas vira preocupação das pequenas

Há depósito de mais de 100 mil pedidos todos os anos no Brasil; Sebrae desenvolve iniciativas para que empreendedor saiba importância de preservar identidade do seu produto


Mariana Flores, da Agência Sebrae de Notícias

Brasília - No Brasil, a preocupação com registro de marcas é crescente. Desde 2007, mais de 100 mil pedidos são depositados anualmente, segundo dados do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), órgão governamental responsável por conceder as autorizações. Em todo o País há mais de 600 mil marcas cadastradas.

Em qualquer país é difícil encontrar pessoas que nunca ouviram falar em nomes como os da Coca-Cola, McDonald's e Google.

As três marcas figuram entre as dez mais valiosas do mundo. Só o nome Coca-Cola equivale R$ 120 bilhões. A marca McDonald's vale R$ 57 bilhões e a Google, R$ 74 bilhões, segundo a edição de 2010 do ranking da Interbrand, consultoria norte-americana.

No Brasil, o empresário que obtém o registro tem direito ao uso exclusivo da marca em todo o território nacional por dez anos, prorrogáveis por períodos iguais e sucessivos. A oficialização agrega valor aos produtos e serviços e ajuda a fidelizar o consumidor. "A marca tem um valor. Se o empresário protege, é o dono. Estamos mostrando que é preciso proteger para continuar auferindo lucro sobre essa marca", afirma o gerente da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia (UAIT) do Sebrae, Edson Fermann.

O aumento dos pedidos de marcas feitos principalmente por proprietários de negócios de pequeno porte reflete uma política adotada pelo INPI que prevê descontos de até 60% nas tarifas para micro e pequenos empresas, além de permitir o depósito pela internet, o que desburocratiza o processo.

"Não é registrável reprodução ou imitação de marca alheia para distinguir produto idêntico, semelhante ou afim", assinala o representante da Divisão de Marcas do INPI, Rodrigo Moerbeck de Almeida Rego.

A partir de 2011, o Sebrae vai disponibilizar aos empreendedores cartilhas explicando as quatro principais modalidades de propriedade intelectual: patente, registro de software, registro de marcas e registro de desenho industrial.

A instituição vai oferecer consultorias para auxiliar o empreendedor no registro da propriedade intelectual. O objetivo é sensibilizar os empresários sobre a importância de proteger seu produto ou marca de possíveis reproduções.

Mar de Brasília
O registro é importante para preservar a identidade do negócio, na opinião do empresário Darse Arimatéa Ferreira Lima, diretor da Mar de Brasília. Proprietário do barco de mesmo nome que desde 1º de junho deste ano faz passeios pelo Lago Paranoá para ensinar educação ambiental a estudantes do Distrito Federal, ele se prepara para dar entrada no INPI para garantir a exclusividade do nome.

"Como a Mar de Brasília oferece um serviço novo na cidade, é importante assegurar que nossa programação visual não seja violada", afirma.

Em pouco mais de três meses, mais de 1,3 mil pessoas navegaram com a Mar de Brasília. A embarcação tem capacidade para 79 passageiros e faz até seis passeios por dia. O sucesso poderia gerar cópias, por isso é importante preservar a marca, de acordo com Darse.

"Queremos evitar duplicidades que podem confundir o consumidor e prejudicar a imagem da empresa. Se a marca é associada a um serviço de má qualidade oferecido por outra empresa, os danos causados podem ser irreversíveis", frisa.


Fonte: Revista Exame

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Já imaginou como uma Padaria pode inovar através da Internet??

A @farinhapura já ...

Então dê uma lida nessa matéria...

E-COMMERCE FÁCIL: Oficinas ensinam MPE a negociarem na Web,
Postado em 10/11/10, às 17h54,
Da Agência Sebrae de Notícias (ASN Goiás),

Com a intenção de desmistificar o uso da internet para as micro e pequenas empresas (MPE), o Sebrae vai oferecer a partir de 2011 oficinas práticas que vão ajudar os empreendedores a aproveitarem as oportunidades geradas pela rede. Por meio de cursos de três horas de duração cada, a instituição vai ensinar os participantes a fazerem sites, blogs e lojas virtuais. O Sebrae estima que metade das MPE brasileiras ainda não são informatizadas e estão fora da internet, ficando excluídas de um mercado consumidor que deve movimentar no Brasil, em 2010, R$ 14,3 bilhões, segundo estimativa da empresa e-bit, especializada em comércio eletrônico.

As oficinas fazem parte do conjunto de soluções Internet para Pequenos Negócios, lançado em 2010. O projeto é composto ainda de um curso de 16 horas de duração e de uma palestra de duas horas, presenciais ou transpostos para a internet. Ambos podem ser assistidos por empresários de qualquer ramo de negócio, mesmo pelos que não têm conhecimentos básicos de informática.

Em março do próximo ano, o Sebrae vai capacitar os gestores estaduais para repassar as informações referentes às três oficinas: Como Construir uma Loja Virtual, Como Criar um Site de Sucesso e Como Construir um Blog para Minha Empresa. "O empresário já sai do curso com o site, o blog ou a loja prontos. Dentro da internet há várias ferramentas para uma empresa ampliar seu mercado, aumentar a exposição de seus produtos e contratar serviços para sua empresa", explica o coordenador do projeto, José de Moraes Falcão, analista da Unidade de Capacitação Empresarial do Sebrae.

Em 2011, o Sebrae vai formatar pelo menos mais três cursos para ajudar os donos de pequenos negócios a fazer buscas na internet, a anunciar via sites de buscas e a utilizar as redes sociais em favor de seus negócios. "A internet oferece um mercado muito bom para as micro e pequenas empresas, principalmente com o crescimento dos acessos feitos no País", afirma Falcão.

O número mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que 67,9 milhões de brasileiros com mais de 10 anos de idade tiveram acesso à internet com frequência em 2009. Em 2008, eram 55,8 milhões de pessoas, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). O volume de internautas subiu 21% em apenas um ano. Com o crescimento, são cada vez mais frequentes as compras pela internet. De janeiro a julho deste ano, o comércio eletrônico movimentou R$ 7,8 bilhões em todo o País. O volume é 41% superior ao do mesmo período de 2009, de acordo com a empresa e-bit. Até o fim do ano, as vendas on-line devem chegar a R$ 14,3 bilhões.

Farinha Pura

Saber aproveitar bem as oportunidades pode significar o grande diferencial de uma empresa. A
Farinha Pura poderia ser apenas mais uma das milhares de padarias existentes no Rio de Janeiro, mas a utilização das ferramentas da internet fez com que a loja se destacasse e ganhasse importante mercado na capital fluminense.

Com 25 anos de existência, há cerca de um ano a padaria começou a avisar virtualmente seus consumidores todas as vezes em que saem fornadas de pães franceses. São mais de 3 mil e-mails cadastrados e mais de 1,6 mil seguidores no twitter. "Criamos uma identidade muito boa para a marca, aumentou bastante a repercussão de nossas ações e fidelizamos muitos clientes", conta a responsável pelas ações de marketing na internet, Sarah Thuller, uma das 130 funcionárias da empresa, localizada na Cobal do Humaitá.


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Ciclo de Palestras Empreendorismo: Motivação e Superação

Bom dia, Empresário!
Convidamos para o evento Ciclo de Palestras
Empreendorismo: Motivação e Superação, com 2 palestrantes de renome que virão a Goiânia:
Júlio César Franco e Fernanda Keller (currículo segue no e-flyer em anexo).

A inscrição é gratuita!!! Basta se inscrever pelo 0800 570
0800 e levar 5 kg de alimento não perecível no dia.

VAGAS limitadas!

Moda Maior

via Julia Petit – Petiscos de Família Petiscos em 25/10/10

Entrou em vigor mais uma desculpa para justificar a falta dos tamanhos grandes nas araras dos estilistas mais procurados. A chefe de design de moda da Otis College of Art and Design de L.A. deu uma entrevista para a revista “Times”, e justificou esse limite nas grades das coleções, agregando nela a falta de interesse dos jovens estudantes de moda em aprender a ampliação de suas criações para os tamanhos extra grandes. A princípio, esta não é uma prática simples. As proporções do corpo são trabalhadas minusciosamente para que o caimento da roupa seja de qualidade. Ou seja, difere-se da ampliação padrão de fábrica. Para isso existem alguns cursos de especialização na área. O problema é a falta de interesse dos alunos na especialidade, e com isso os cursos são cancelados por falta de aluno. Seria possível que uma fábrica de roupas poupasse neste tipo de investimento para satisfazer milhares de mulheres e com isso garantir mais vendas nas lojas? Ou seria mesmo preguiça dos modelistas? De fato, no Brasil as faculdades de moda não ensinam ampliações maiores do que o número 46, e não tivemos conhecimento sobre algum curso de modelagem para tamanhos grandes.
Plus Size

Por outro lado, a loja Renner acabou de anunciar uma linha de peças plus size. A Cortelle e a Marfinno – marcas exclusivas da Renner – vão estender a grade de algumas peças até o tamanho 54, a partir deste mês. A promessa são peças de modelagem moderna, para valorizar as curvas. Nada de blusas e vestidos quadrados. Ótima notícia para quem aguarda por este momento aqui no Brasil. A Sak’s já atende os tamanhos grandes há algum tempo.
Fotos: Reprodução.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Sem capacitação não há gestão

Postado por Alencar em Artigos


As micro e pequenas empresas representam 99% do universo empresarial nacional. Com as constantes alterações dos cenários mercadológicos e o aumentos da competitividade entre elas, torna-se imprescindível uma política especializada de gestão. Gerir requer três níveis básicos do conhecimento e da prática: saber gerir, querer gerir e o gerir com eficiência.
Mas a realidade não é muito animadora. A maioria dos empresários de micro e pequenas empresas não está preparada para a gestão empresarial. Apesar de dominarem tecnicamente a operação, os gestores empresariais dos pequenos negócios não gostam ou não sabem administrar processos. Podem até ser bons vendedores, mas muitos acabam atropelando a gestão de pessoas, por exemplo. Querem ganhar muito, mas negociando baixos salários. Desejam conquistar mercados, mas não investem em marketing especializado. Enfim, têm ótimas intenções, mas não conseguem sair do papel.
Prova disso, são recentes pesquisas realizadas pelo Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, SEBRAE, que comprovam que sete em cada dez empresas brasileiras encerram suas atividades antes dos cinco anos de vida, e o principal motivo a levá-las a isto é a falta de gestão por parte de seus administradores.
Como superar isso? Pode parecer óbvio, mas a capacitação ainda é o caminho mais seguro para superar os desafios de administrar uma pequena empresa. No Brasil, nove em cada dez empresas são classificadas como micro ou pequena empresa de acordo com o SEBRAE, as quais absorvem 56% contingente de mão-de-obra em relação às grandes empresas. O problema, contudo, é que muitas dessas empresas não suportam as pressões naturais do dia-a-dia e acabam concluído suas atividades com pouco tempo de vida, engrossando, também o número de desempregados.
Essa realidade acaba validando o argumento utilizado por muitos empresários de micro e pequenas empresas, que defendem que o principal motivo para o fechamento das MPE são o acesso ao crédito, os juros altos do financiamento e a ausência de empregados qualificados. Podemos até admitir isso como verdade, mas não podemos esquecer que há outro fator muito maior que todos esses reunidos: a falta de habilidade para gerir a empresa, por menor que ela seja.
E cá pra nós: gerir não é fácil, mas sempre se consegue quando o empresário alia vontade de aprender com ousadia em realizar.


Disponível em: http://comunicacaoempreendedora.com.br/?p=120

Práticas inovadoras alcançam resultados satisfatórios

Agente de inovação prestam consultoria gratuita para empresas de confecção, cosméticos, supermercados, material de construção e móveis

Fernando Dantas

Edmar Wellington

Flávio de Souza e Nívea Marques: ?Com as mudanças sugeridas já conseguimos um crescimento de 10% nas vendas?

Há 10 anos, o casal Flávio de Souza e Nívea Marques de Souza gerencia o Supermercado Monte Sinai, localizado no Setor Marechal Rondon, em Goiânia (GO). A administração da empresa sempre foi feita com base na experiência adquirida pelos dois durante os anos de gestão do empreendimento. Só que, a partir deste ano, a história mudou um pouco. O casal passou a contar com o apoio de uma consultora do projeto Agente Local de Inovação (ALI), uma ação do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Goiás).

Estes profissionais, contratados e treinados pela entidade, contribuem para a implantação de práticas inovadoras em serviços, produtos, processos, marketing ou organização de micro e pequenas empresas. Toda consultoria oferecida é gratuita, e o agente visita periodicamente as empresas.

No Supermercado Monte Sinai, a responsável por ajudar a empresa a inovar e ampliar sua competitividade no mercado é Kelly Kuramoto. A agente diz que sua função, principalmente no início das atividades, foi de apresentar soluções simples, mas que poderiam ser aplicadas no dia-a-dia da empresa. Porém, as mudanças sugeridas, segundo Kelly, não foram promovidas da noite para o dia. Houve todo um processo que começou com a aplicação de diagnóstico para conhecer a realidade e a necessidade da empresa. Outras etapas também foram realizadas, desde a entrevista com o cliente, para levantar percepções, até a elaboração de plano de ação, entre outras. “Não é um processo fácil, até porque os proprietários das empresas entendem que é preciso inovar, mas ao mesmo tempo não aceitam que uma pessoa de fora interfira no trabalho. É uma ação que deve ser feita passo a passo, apresentando as vantagens e os benefícios”, ressalta.

Nívea de Souza, comemora os resultados alcançados. “Com as mudanças sugeridas, que ainda estão em fase de implantação, já conseguimos até um crescimento de 10% nas vendas. Toda essa inovação também proporcionou mais ânimo aos nossos colaboradores, que estão participando de cursos de capacitação oferecidos pelo Sebrae”, reforça.

Caminhos e soluções

Edmar Wellington

Leonardo de Brito: ?A empresa passou a economizar nos processos, em tempo, e melhorar o rendimento?

Outra empresa que recebeu a visita de um agente local de inovação foi a Special Office Móveis para Escritório, localizada no Setor Bueno, em Goiânia. Segundo o proprietário, Leonardo de Brito Tavares, a presença do agente foi importante para apontar caminhos e soluções para a empresa inovar no mercado. “A maioria das pontuações do plano de ação foram feitas e já estamos com resultados positivos. A empresa passou a economizar nos processos, em tempo, e melhorar o rendimento do empregado, por exemplo”, relata.

A agente Camila Machado, que atua no segmento de móveis, foi quem deu o primeiro passo ao procurar a Special Office e apresentar o projeto e suas vantagens ao proprietário. “Buscar as empresas é uma das funções do agente. É o Sebrae bater na porta da empresa e oferecer seus serviços. E com a Special Office não foi diferente”, relata Camila. Ela, que atende 15 empresas em Goiânia, fez o mesmo processo que é feito com todos os empreendimentos, ao promover o diagnóstico, elaborar um plano de ação e apresentar as melhores soluções que atenderiam o empreendimento. “No caso específico da Special, a receptividade às sugestões foi importante para que as mudanças fossem realizadas. Tanto é que a empresa implantou um software para atender a sua área de atuação, padronizou os uniformes, ou seja, alterações que tiveram resultados promissores”, ressalta a agente.

ALI

O projeto Agentes Locais de Inovação tem como público-alvo micro e pequenas empresas (MPE) dos setores de comércio, varejo e serviços do entorno dos principais centros comerciais. Os agentes são profissionais com até três anos de conclusão da graduação em Administração, Ciências Contábeis, Economia e Gestão de Negócios, capacitados para trabalhar diretamente com as pequenas empresas, apresentando soluções de acordo com as necessidades de cada empresa.

Por meio de visitas periódicas, os agentes interagem com os empresários, oferecendo informações e dicas de como essa pequena empresa pode inovar. O acompanhamento é feito por pelo menos um ano, e pode se estender por mais outro ano. O empresário não paga pela consultoria oferecida pelo agente. Somente as soluções sugeridas pelo consultor serão custeadas pelo empresário.

Em Goiás, são 20 agentes que prestam serviços nos sete escritórios regionais do Sebrae. Estes agentes atuam em cinco segmentos distintos: confecção, cosméticos, supermercados, material de construção e móveis. De acordo com o coordenador estadual do projeto, Bruno Fleury, as mudanças promovidas no Sebrae Goiás, de fortalecimento das regionais e descentralização das ações, também foram aproveitadas no projeto dos ALI, que contam com gestores em cada região. “Isso permitiu ações mais efetivas, com o fortalecimento do apoio aos agentes locais, que tiveram um acompanhamento mais eficaz, e o atendimento às demandas de cada local”, destaca.

Bruno observa, ainda, que a meta do Sebrae Goiás é atender mil empresas até setembro de 2011, quando será concluído o projeto. “Houve a percepção de que é possível inovar. E as empresas entenderam tudo isso. Por isso, a expectativa é de crescimento no número de MPE atendidas”, diz. Para concluir, Bruno relata que o projeto trouxe benefícios para os empreendedores, Sebrae e os agentes, que são profissionais recém-formados e conseguiram nova perspectiva em sua área de atuação.

Serviço:
Projeto Agentes Locais de Inovação (ALI): (62) 3250-2 442

Supermercado Monte Sinai
Antiga Rua 29, Setor Fama – Goiânia (GO)
Telefone: (62) 3211-1855
Special Office Móveis para Escritório
Avenida T-2, com T-48, 1.514 – Setor Bueno – Goiânia (GO)
www.specialoffice.com.br
Telefone: (62) 3520-4202
Agência Sebrae de Notícias (ASN Goiás): (62) 3250-2268
Oficina de Comunicação: (62) 3225-4899

Fonte: http://www.go.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?canal=759&cod=10661597


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Dúvidas sobre registro de marca no INPI

Passo a passo

Existem três perguntas que o usuário deve se formular antes de depositar uma marca no INPI:

1. Exerço atividade lícita, efetiva e compatível com o produto ou serviço que minha marca visa assinalar?

Marcas identificam produtos ou serviços. Existem marcas para biscoitos, vinhos ou roupas; mas, também existem marcas para extintores de incêndio ou serviços de cremação, por exemplo. A verdade é que há marca para tudo; entretanto, não há marcas para todos. Assim, a ela só pode ser solicitada por quem tem legitimidade para requerê-la. A regra é clara: uma marca só pode ser requerida por pessoa física ou jurídica que exerça atividade lícita, efetiva e compatível com o produto ou serviço que a marca visa assinalar, sendo que sua atividade também pode se dar através de empresas controladas direta ou indiretamente. É simples: se sua empresa fabrica biscoitos, você não poderá solicitar uma marca para identificar roupas e vice-versa. Portanto, tenha sempre em mente que uma marca visa distinguir um produto ou serviço de outros iguais, semelhantes ou afins. Se você pede uma marca para um serviço que sua firma não faz ou para um produto que sua fábrica não produz, todo o procedimento de depósito acabará sendo em vão.

2. Minha marca pode ser registrada?

Agora a pergunta a ser feita é: minha marca é registrável? Muitas pessoas pensam que qualquer sinal pode ser registrado como marca. Não é verdade. Marcas, assim como, por exemplo, patentes de invenção, são objeto de um ramo específico do direito, o da propriedade industrial, regulado por leis. No Brasil, a lei que regula a propriedade industrial – portanto, os direitos e obrigações relativos às marcas – é a Lei de Propriedade Industrial (nº 9279/1996). A LPI, como é chamada, regula todos os aspectos do direito marcário, inclusive o que pode e o que não pode ser registrado como marca. Consulte o artigo 124 da LPI para ter acesso a todas as proibições. Não é difícil compreendê-las. De qualquer modo, listamos a seguir algumas recomendações a fim de que se evite registrar uma marca que, nos termos da LPI, seria irregistrável:

  • Não tente registrar como marca um sinal de caráter genérico, comum, necessário ou simplesmente descritivo, caso o sinal tenha relação com o produto ou serviço que visa distinguir. Marcas têm que ser distintivas; marcas cujos elementos buscam apenas designar uma característica do produto ou serviço, ou que tão somente descrevem sua necessária natureza, nacionalidade, peso ou qualidade não podem, tecnicamente, ser chamadas de marcas: são nomes comuns, vulgares, necessários, portanto, não podem ser apropriados por ninguém;
  • Faça uma busca prévia em nosso banco de dados. Desse modo, você terá maior probabilidade de sucesso em seu pedido, uma vez que poderá evitar pedir o registro de marcas que já foram solicitadas ou concedidas anteriormente;
  • Evite solicitar uma marca que possua alguma expressão de propaganda. Marcas que contenham elementos tais como, “o melhor”, “o mais rápido”, “serviço de qualidade” etc, possuem poucas chances de obter o registro. Marca não é propaganda; e propaganda não pode ser protegida nos termos da LPI;
  • Procure não incluir em sua marca quaisquer sinais que sejam oficialmente reconhecidos como sendo de governos nacionais ou estrangeiros ou que imitem bandeiras, monumentos ou brasões oficiais. Siglas que evidentemente sejam reconhecidas como sendo de entidades governamentais devem ser evitadas, uma vez que possuem proteção especial. A norma é simples: ninguém pode se apropriar, como marca, de sinais que são de todos; da mesma maneira, não há como pleitear exclusividade sobre um sinal que não pode ser de ninguém.

3. O sinal que eu escolhi como marca está disponível?

Não basta que sua marca seja registrável. Ela tem que estar disponível. Isto porque, no Brasil, trabalha-se com o chamado sistema atributivo de direito, ou seja: ganha o registro quem o solicita primeiro ou, como nós dizemos, quem deposita o pedido de registro em primeiro lugar, salvo exceção prevista na LPI. Desse modo, se o sinal escolhido por você para identificar seu produto ou serviço já estiver registrado no INPI e protegido para a mesma classe vinculada ao seu produto ou serviço, pelo menos a princípio, ele não estará disponível. Portanto, uma busca prévia em nosso banco de dados, embora não obrigatória, se torna essencial para o sucesso do seu pedido.

Respondidas estas três perguntas, vamos aos principais passos para depositar uma marca no INPI.

1) Consulte a Lei de Propriedade Industrial (LPI) para verificar os principais aspectos legais sobre marcas.

Conhecer a LPI é uma importante ferramenta para garantir seus direitos. É esta lei que, em conjunto com tratados dos quais o Brasil faz parte, rege a concessão de registros de marca no país. Assim, verificar o que pode ser objeto de registro, as natureza e as formas de apresentação de marcas, enfim, todos os principais dispositivos relacionados aos aspectos legais do registro de marca, configura um primeiro passo para um pedido bem feito.


2) Determine a natureza e a forma de apresentação de sua marca.

As marcas podem ser de diversos tipos. No que tange à sua natureza elas podem ser de produto, serviço, coletiva ou de certificação. Já no que diz respeito à forma de apresentação, as marcas podem ser nominativas, mistas, figurativas ou tridimensionais. É essencial que você saiba exatamente a que se destina sua marca e que forma de apresentação ela terá, pois a proteção conferida pelo registro varia de acordo com essas duas escolhas. Abaixo segue um quadro sinótico com um resumo sobre a natureza e as formas de apresentação que sua marca pode ter.

Natureza das marcas

A que se aplica

Produto

Distinguir produtos de outros idênticos, semelhantes ou afins

Serviço

Distinguir serviços de outros idênticos, semelhantes ou afins

Coletiva

Identificar produtos ou serviços provenientes de membros de um determinado grupo ou entidade

Certificação

Atestar a conformidade de produtos ou serviços a determinadas normas ou especificações técnicas

Formas de apresentação

A que se aplica

Nominativa

Sinal constituído apenas por palavras, ou combinação de letras e/ou algarismos, sem apresentação fantasiosa

Mista

Sinal que combina elementos nominativos e figurativos

Figurativa

Sinal constituído por desenho, imagem, formas fantasiosas em geral

Tridimensional

Sinal constituído pela forma plástica distintiva e necessariamente incomum do produto

3) Faça uma busca prévia.

Como já dissemos, não é obrigatório realizar uma busca prévia em nosso banco de marcas. Entretanto, é de extrema importância conhecer as marcas que se parecem com a que você quer registrar. Efetuando essa busca, que pode ser feita em nosso portal ou requerida oficialmente ao INPI, você terá mais segurança de que sua marca é realmente original, além de ter acesso às decisões que o INPI toma com relação a cada marca. Para fazer uma busca oficial em nosso banco de dados, escolha o código de serviço 377 – Certidão de Busca de Marca por Classe, no módulo de geração de Guias de Recolhimento. Aprenda como gerar a sua Guia de recolhimento, aqui.

4) Cadastre-se junto ao e-INPI.

Assim como outros serviços no INPI, para solicitar o registro de uma marca existe um custo. Após determinar quantos e quais tipos de pedidos de marca você quer protocolar, é necessário que você se cadastre junto ao nosso sistema para emissão de Guia de Recolhimento da União (GRU). Assim, efetuando seu login em nosso sistema, você poderá gerar boletos para pagamento dos serviços que quiser, bastando selecionar o tipo de serviço desejado no local apropriado. Lembre-se que cada guia possui uma numeração única, vinculada à retribuição de apenas um tipo de serviço. Por exemplo, se você quiser depositar mais de uma marca, é necessária a geração de 2 (duas) guias em separado para cada boleto. Portanto, não reimprima o mesmo boleto, pois ele não será aceito. De resto, é tudo muito seguro, fácil e auto-explicativo. Clique aqui para se cadastrar no Módulo de Seleção de Serviços do e-INPI.

5) Acesse o e-MARCAS e preencha o formulário eletrônico de pedido de registro de marcas.

Primeiramente, aconselhamos você a consultar o Manual do Usuário do e-MARCAS. Neste Manual, você encontrará todas as informações necessárias para o correto preenchimento do formulário eletrônico de pedido de registro, assim como de outros formulários eventualmente necessários. O sucesso no preenchimento do pedido é fundamental para que seu processo não sofra nenhum tipo de exigência, fato que obviamente atrasa a decisão final de sua marca.

6) Envie seu pedido e acompanhe a etapa de exame formal .

Depois de preenchido o formulário eletrônico de pedido de registro, anexados os documentos necessários e paga a respectiva taxa, envie seu pedido e anote o número do processo, que será gerado no momento do envio do formulário eletrônico. Observe que a data que você envia o seu pedido será a chamada data de prioridade. Esta data será sua garantia contra concorrentes que eventualmente desejem obter o registro de marca igual ou semelhante, para produtos ou serviços afins, posteriormente ao seu depósito. A prioridade é importante, enfim, porque todo o exame de marcas leva em conta a existência de pedidos anteriores. A regra é simples: quanto mais cedo você efetuar seu pedido, maiores serão as garantias contra a utilização indevida da sua marca.

Depositado o pedido, e por meio de seu número, você deverá acompanhar na Revista Eletrônica da Propriedade Industrial (RPI) a formulação de possíveis exigências. Isto porque, durante a fase inicial, nossos técnicos realizam um exame formal do seu pedido, o qual pode eventualmente conter algumas falhas. Por isso, é extremamente importante consultar periodicamente a RPI. Caso haja alguma exigência formal, a mesma será publicada na seção de Comunicados da RPI em formato .pdf. O usuário terá até 5 (cinco) dias para cumpri-la, contados a partir do primeiro dia útil subseqüente à data da referida publicação, sob pena do pedido de registro vir a ser considerado inexistente.


7) Acompanhe a publicação do seu pedido e eventuais oposições.

Após a fase de exame formal, acompanhe a publicação do seu pedido na Revista Eletrônica da Propriedade Industrial (RPI). A publicação do pedido é necessária para dar conhecimento ao público de sua intenção de registrar uma marca, permitindo que outros interessados possam se opor contra o seu pedido. O direito de oposição é propiciado pela LPI, sendo que a Lei também garante a você o direito de defesa em caso de oposições. O fluxo é simples: assim que for publicado o seu pedido, terceiros têm um prazo de até 60 (sessenta) dias para se opor; caso isso ocorra, você será notificado através da RPI, terá acesso a uma cópia da oposição e terá também 60 (sessenta) dias para enviar sua defesa, por meio de formulário eletrônico próprio. Ultrapassada essa fase, seu pedido aguardará o exame técnico, que resultará em uma decisão sobre a registrabilidade de sua marca.

8) Acompanhe a decisão técnica sobre o seu pedido.

Um ponto é fundamental: acessar regularmente a RPI ou a própria base de dados de marcas, a fim de conhecer as decisões referentes a seu pedido ou eventuais exigências que tenham sido formuladas pelos examinadores, uma vez que você tem um prazo de 60 dias, após a publicação, para respondê-las, sob pena do arquivamento do pedido. Você também poderá interpor recursos contra uma eventual decisão de indeferimento do INPI dentro do prazo de 60 dias da sua publicação. Não esqueça que todos esses procedimentos têm um custo e formulários próprios a serem preenchidos.

Outra informação relevante: depositar um pedido de marca não significa que sua marca será registrada. Somente depois do exame técnico, em que todas as condições de registrabilidade são verificadas e em que buscas de anterioridades são feitas, é que seu pedido será decidido. Essa decisão, por sua vez, poderá ser, em linhas gerais, de quatro tipos:

Decisões mais comuns após o exame técnico

Códigos de despacho utilizados pelo INPI – siglas publicadas

O que quer dizer?

O que fazer?

Deferimento

351/353 - Def. notif. (deferimento notificado)

Seu pedido foi aprovado

Pagar as taxas finais para expedição do certificado e proteção ao primeiro decênio

Indeferimento

100 – Ped. Ag. Rec. (pedido em aguardo de recurso)

Seu pedido foi negado.

Caso deseje, você pode recorrer desta decisão. Para saber mais sobre recursos e nulidades, clique aqui

Sobrestamento

241 – Ped. Sobrest. (pedido sobrestado)

Seu pedido está pendente de decisão final por algum

Aguardar na RPI o desenlace da situação impeditiva

Exigência

Vários códigos – Ped. Exig. (Pedido em exigência)

Foi identificado algum problema em seu pedido

Providenciar o cumprimento da exigência. Para saber mais sobre cumprimento de exigências, cliqueaqui

9) Pague as taxas finais de expedição de certificado e proteção ao primeiro decênio.

Como você pôde observar no quadro anterior, caso sua marca seja deferida, você deverá pagar as taxas relativas à expedição do certificado de registro e à proteção ao primeiro decênio. Você terá um prazo de 60 (sessenta) dias, a contar da publicação do deferimento, para solicitar a concessão do seu registro. Extraordinariamente, esse prazo poderá se estender até 90 (noventa) dias contados da publicação do deferimento, o que acarretará em retribuição complementar. Após isso, sua marca, já devidamente registrada, terá vigência de 10 (dez) anos, a contar da publicação da concessão na RPI. Ao final do primeiro decênio, você poderá prorrogar tal vigência, indefinidamente, mediante retribuição específica.

10) Mantenha atualizados os seus dados cadastrais.

Agora, uma última recomendação: nunca esqueça de manter atualizado o seu cadastro junto ao INPI. Nós tratamos de milhares de pedidos todos os anos, movimentando uma quantidade incalculável de informação. E é unicamente com base nas informações do seu cadastro que podemos entrar em contato com você. Desde uma notificação de oposição até a expedição do certificado de registro, tudo depende da consistência das informações sobre você e/ou seu procurador. Portanto, toda e qualquer mudança de dados, além, é claro, de quaisquer alterações que interfiram no curso do seu processo junto ao INPI, devem ser comunicadas ao órgão.

Link INPI: aqui