segunda-feira, 17 de outubro de 2011

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Palestra MAX GEHRINGER




Boa tarde, Empresário (a)!
Tudo bem?

O Projeto ALI - Agentes Locais de Inovação está chegando ao fim, e para tanto, gostaria de convidá-lo para participar da palestra "O Século XXI é o século do Empreendedor com Max Gehringer", renomado administrador de empresas e escritor, autor de diversos livros sobre carreiras e gestão empresarial, conhecido por suas colunas em várias revistas, na rádio CBN e no programa Fantástico, da TV Globo.

A palestra ocorrerá no dia 10/10, próxima segunda-feira às 20h, no Teatro Rio Vermelho - Centro de Convenções de Goiânia. Tendo interesse em participar, favor, entre em contato pelo 0800 570 0800.

Mais uma vez, obrigada pela atenção!

Projeto ALI Goiás/ Sebrae-Go

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

mudança de horários- Maratona Projeto ALI Senador Canedo



Por demandas quanto ao horário noturno, os cursos das consultorias coletivas mudaram para o horário das 19h às 22h.

Att,

Lidiane Eto - Projeto ALI Sebrae-Go/ Confecção

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Dez coisas para saber antes de abrir seu próprio negócio

Ser dono do próprio negócio – em algum momento, esta ideia já passou pela cabeça de boa parte dos brasileiros. Mas para “aposentar” a carteira de trabalho e assumir de vez a função de empresário é preciso muito mais que vontade. Em uma conversa com o consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP) Reinaldo Miguel Messias para montar um guia com as dez principais orientações que todo empreendedor em potencial deve seguir antes de abrir um negócio próprio.

Messias diz que, em primeiro lugar, a pessoa deve estar atenta ao que ele chama de “4Ps”, ou seja, propósito (o quê), processo (como), pessoas (quem) e prazer.

“Propósito claro é aquilo que vai orientar a sua busca por um negócio. O ‘como’ é o processo, no caso, processo de fazer, de vender e de controlar. Depois disso, preciso de pessoas, tem a pessoa dono e a pessoa empregado. A cumplicidade, a complementaridade é que vai fazer com que as pessoas, trabalhando em processos adequados, atinjam o objetivo”, explica. “Prazer: nada vai dar certo se você não gosta do que está fazendo. Negócios passam por turbulências; se não gosta muito do que está fazendo, na primeira turbulência, não vai procurar o que fazer, vai fechar.”

1 - Empreenda no que conhece e gosta
“A receita para dar certo é empreender naquilo que a gente tem domínio. A costureira vai fazer sua lojinha com roupa. Depois de uma vida no segmento de confecção é pouco comum que vá abrir um restaurante.”

2 - Avalie a viabilidade financeira frente à idéia e oportunidade
“Não adianta gostar, a coisa tem que ser viável, tem que gerar lucro. (...) Quando a gente está pensando numa empresa, é importante pensar que cada dinheiro colocado lá dentro, vai ter que voltar numa medida de tempo.”

3 - Cuidado com a escolha do sócio
“É muito comum escolher sócio como ‘o cara que tem o dinheiro barato que eu preciso’ e isso acaba custando muito caro. Sócio é um complemento de conhecimento e de atitudes que você tem. Ele não é igual a você, mas é uma nova visão. Os dois têm que enxergar juntos na mesma direção.”

4 - Avalie a diferenciação de seu negócio em relação à concorrência e aos cenários
“Negócio legal é aquele que se diferencia dos demais – ser diferente é agregar outros valores. Não é ser diferente pela parte ruim: o que mais atrasa, por exemplo. Enxergar em que cenário esta atividade está situada. O ‘mais um’ está dividindo o bolo que todos já comem.”

5 - Esteja seguro de seus gastos e controle de suas despesas e custos
“Conheça a parte financeira da ‘encrenca’ que você está se metendo. Ter domínio. Sem controle financeiro, não se gerencia nada. É fundamental, principalmente quando está iniciando a atividade, saber onde está colocando cada centavo e como está voltando.”

6 - Considere sempre possíveis gastos adicionais com adequação do espaço de trabalho
“Não esqueça de trocar a fechadura das portas do comércio e checar se o banheiro é frequentável e está dentro da legislação da saúde pública, em número suficiente; se as vitrines são seguras; se a rede elétrica está devidamente dimensionada. A gente esquece destes detalhes quando esta fazendo o planejamento.”

7 - Trabalhe com pessoas que conheçam do negócio tanto ou mais que você
“Mesmo que custe um pouco mais é sempre bom evitar que os outros errem por você. É sempre bom contar com a competência. Quem paga pouco, recebe pouco. Cuide na competência, na adequação, no perfil da aparência. Essas pessoas têm que conhecer bem o negócio.”

8 - Todo começo é incerto. Cuide bem dos investimentos e do capital de giro
“As grandes perguntas são sempre: será que preciso mesmo de tudo isso? A gente tem um fogo de sair comprando coisas... Às vezes, numa atividade que está iniciando, o melhor é alugar, arrendar, pedir emprestado para um amigo, fazer um termo de comodato. O capital de giro é sempre aquela história: o único que acredita no seu negócio é você. 27% das empresas que abrem não terminam o primeiro ano. [Institutições financeiras] Gostam de dar crédito para a pessoa física, não para a jurídica. Olhe bem para ver quanto de capital de giro vai precisar antes de pedir emprestado.”

9 - Procure um contabilista competente para abrir sua empresa e assessorá-lo com impostos, tributações e taxas no dia a dia
“Geralmente, quando procura um contabilista, vai muito pelo valor que a pessoa está cobrando. Você deve perguntar se tem muitos negócios do mesmo ramo que o seu. Quanto mais atividades como a sua ele tem dentro da carteira, mais a par vai ficando. As tributações variam muito dependendo do segmento.”

10 - Lucro é a única forma de garantir o retorno dos investimentos. Atenção com ele!
“Negócio foi feito para gerar lucro, não amizade e relacionamento. Parte do lucro é o que consegue manter o seu capital de giro dentro da necessidade. A outra parte será responsável pelos investimentos para gerar alavancagem. Às vezes, guarda-se essa parte dentro do estoque, comprando o que não precisa, na quantidade que não deve, no momento que não é preciso. Veja como o lucro está sendo gerado. No começo, não dá para ter todo o lucro gerado pra gente.”

Erros mais comuns
Segundo Reinaldo Messias, um dos erros mais comuns que as pessoas cometem quando se aventuram pelo mundo do negócio próprio é quanto ao cálculo do tempo necessário para a maturação do projeto. “É a pressa, quando planejo por um período muito pequeno, ou, o contrário, planejo por um período muito grande e nunca tomo a iniciativa”, diz. “A ansiedade leva à falta de planejamento, falta de domínio do negócio.”

Como faz questão de destacar o consultor do Sebrae-SP, a vontade precisa de embasamento. “Por isso a gente estimula a fazer o plano de negócio – para conhecer do seu mercado, do seu negócio, do seu concorrente.”

Outro equívoco recorrente, segundo Messias, é achar que uma boa ideia é tudo. “Mentira. Ter dinheiro para implementar essa ideia é fundamental”, destaca. Ele diz que a fonte para a obtenção de recursos deve ser planejada de maneira adequada, já que o dinheiro pode vir, preferencialmente, de uma capitalização pessoal. “A uma taxa de juros relativamente alta, meu negócio tem que dar alguma coisa para pagar essa taxa e ainda sobrar para fazê-lo crescer”, lembra.

Outra alternativa interessante é através de uma sociedade, mas é preciso tomar cuidado com esta opção. “Uma sociedade na qual só um dos sócios tenha a verba não é muito bom, porque o poder vai para quem entrou com o dinheiro. É preciso ter uma linha equilibrada de divisão de poder.”

“Outro erro comum: abrir um negócio porque um amigo abriu e deu certo. É outro tempo, outro negócio”, destaca Messias.

Em caso de problemas
O consultor do Sebrae reitera que planejar é imprescindível, mas lembra, porém, que planejamento não é garantia de sucesso. Portanto, para aqueles que já abriram um negócio, mas estão diante de dificuldades, há alternativas para tentar “salvar” a empresa antes de, simplesmente, entrar com pedido de falência.

“Vá fazer uma consultoria. Em havendo alguma dificuldade, o Sebrae é um serviço gratuito, disponibilizado no país inteiro, que, em suma, oferece apoio e suporte à atividade de perenização de pequenos negócios, procurando orientar e estimular o empresário na busca de soluções mais adequadas”, diz.

“Não pular do barco na hora que bateu no iceberg, mas é sempre bom saber que o iceberg não vai sair dali. É preciso viabilizar a rota”, conclui Messias.


Por: Fabíola Glenia
Fonte: G1, 25/01/201
http://www.core-am.org.br/artigos.php?page=&p=4

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Palestra "Intraempreendedores: o motor da inovação nas organizações

O Programa de Incubação de Empresas da Universidade (Proine) e a Associação dos Jovens Empresários de Goiás (Aje) promovem a palestra "Intraempreendedores: O motor da inovação nas organizações", com o palestrante Prof. Dr. Marcos Hashimoto, Coordenador do Centro de Empreendedorismo do Instituto de Ensino e Pesquisa (INSPER) - autor de livros com o tema Empreendedorismo: Espírito Empreendedor nas organizações e Lições de Empreendedorismo.Lembrando que o evento é gratuito, mediante inscrição.

Data: 19/09/2011
Local: Auditório da Biblioteca Central do Campus II da UFG
Para inscrições, clique aqui .

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Workshop Manhã de Tendências dia 25/08/2011 no Sebrae, Goiânia-Go




Inscrições gratuitas pelo 0800 570 0800, e levando materiais de limpeza/ higiene pessoal para Doações a entidades carentes no dia do eventto.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Consumidor continua resistindo ao fim das sacolas plásticas

Embora em cidades como a paulista Jundiaí e a mineira Belo Horizonte o fim das sacolas plásticas já esteja se materializando, na maior parte do Brasil esse objetivo ainda está distante de ser alcançado.

A maioria das lojas continua enfrentando o grande dilema entre ser ecologicamente correta, reduzir custos e satisfazer a necessidade do consumidor, que (sim) continua adorando as sacolinhas plásticas.

"Faço compras depois do trabalho, como é que vou ficar carregando sacolas retornáveis?" pergunta a consumidora Maria Beatrice, de São Paulo. "Se não tenho como evitar as sacolas plásticas para acondicionar o lixo, por que vou abrir mão delas na hora da compra?", questiona a aposentada Alice das Neves. "Não lembro. Simplesmente não lembro de levar bolsas ou carrinhos para o supermercado", desabafa irritada a psicóloga Suely Miguel.

Para o consumidor, abandonar um hábito tão arraigado não está sendo nada fácil. Afinal, as sacolinhas de plástico foram colocadas no mercado há nada menos de 50 anos e, desde então, oferecem uma comodidade que todos valorizam.

"Tenho uma cliente que usa uma sacola para cada produto. Quando fui questioná-la, usando o argumento ecológico, ela simplesmente ameaçou nunca mais comprar na loja". diz alarmado Antonio Ferreira de Souza, gerente de uma das lojas da rede paulistana Futurama.



Para Genival de Souza Beserra, diretor da fluminense Prezunic, o brasileiro só deixará de usar as sacolas plásticas quando sentir no próprio bolso o ônus dessa escolha. Tanto que a empresa está tentando influenciar o governo local a tornar obrigatório o pagamento das sacolas. Por enquanto, a tática tem sido oferecer descontos aos clientes que utilizam unidades retornáveis, o que já contribuiu para reduzir a utilização das plásticas, em 15%, no último ano.

Segundo pesquisa recente realizada pela Asserj (Associação dos Supermercados do Estado do Rio de Janeiro), um ano após a entrada em vigor da Lei 5.502/09, que desestimula (sem proibir) o uso de sacolas plásticas no Estado, a população deixou de consumir 600 milhões de unidades, ou 25% dos 2,4 bilhões de sacolas plásticas anuais. O volume é importante, mas ainda aquém do desejável.



Além da resistência dos consumidores, o Rio enfrenta a preocupação dos supermercadistas. "Apoio a racionalização do uso, mas não a proibição total", afirma Manuel Pinheiro, diretor executivo da rede Mundial. Segundo ele, as alternativas apresentadas até hoje são insatisfatórias.

O varejista acredita que fornecer caixas de papelão, por exemplo, esbarra na questão da segurança alimentar. "Quem garante que as caixas não foram usadas para transportar inseticidas, gerando riscos de contaminação de perecíveis frescos?", pergunta. O mesmo raciocínio é adotado para as sacolas retornáveis. "Em um dia elas podem ser empregadas para carregar produtos de limpeza e em outro para transportar alimentos, Isso não é bom", acrescenta.

No Rio Grande do Sul, a resistência também é grande. Para Antonio Cesa Longo, presidente da Agas, associação que reúne os supermercadistas do Estado, a sacola plástica vai muito além de embalar as compras. "Ela tem um papel fundamental no destino e na reciclagem do lixo, é utilizada para proteger produtos da chuva, e possui várias outras formas de reutilização", explica.



Pesquisa recente da Agas, com 400 consumidores de todas as faixas de renda e idade, mostra que 42,8% dos gaúchos são definitivamente contra a proibição das sacolas plásticas, enquanto 38,3% revelam-se favoráveis, mas somente quando houver uma alternativa comprovadamente eficaz. Hoje, os supermercados do Estado gastam R$ 190 milhões por ano com a aquisição de 1,5 bilhão de sacolas plásticas.

Em São Paulo, a Justiça havia concedido liminar contra a lei das sacolas plásticas. A decisão foi publicada no dia 30 de junho no Diário da Justiça. A lei havia entrado em vigor em maio deste ano, mas garantia um período de adaptação aos estabelecimentos comerciais até 31 de dezembro. A ação ainda será julgada pelo órgão especial do Tribunal da Justiça.

Apesar das dificuldades para implantar as mudanças, Sussumu Honda, presidente da Abras (Associação Brasileira de Supermercados), anunciou uma meta de redução do uso de sacolas plásticas de 30% até 2013 e de 40% até 2015. Para ele, essas metas são factíveis, sobretudo se for criada uma legislação federal proibindo a distribuição gratuita das sacolas, como já acontece em outros países.

Fonte: Supermercado Moderno

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Zara reconhece trabalho irregular em confecção no interior de SP

FELIPE VANINI BRUNING

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA DE SÃO PAULO
MÁRCIO NEVES

O Ministério Público do Trabalho do interior paulista informou nesta quarta-feira que tem um inquérito em andamento com relação a uma confecção prestadora de serviços da marca de roupas Zara.

Na fábrica de confecções, localizada em Americana, no interior de São Paulo, fiscais do trabalho encontraram 40 bolivianos mantidos em condições análogas à escravidão.

Procurada pela Folha, a Inditex, controladora espanhola da Zara, reconheceu por meio de um comunicado a irregularidade encontrada em seu fornecedor.

Segundo a denúncia, 40 trabalhadores eram submetidos a jornadas superiores a 14 horas diárias, além de serem confinados em moradias precárias e sem higiene.

A rede afirma que, "ao ter conhecimento dos fatos, exigiu que o fornecedor responsável pela terceirização não autorizada regularizasse a situação imediatamente".

A empresa também disse que conta com cerca de 50 fornecedores fixos, que somam mais de 7.000 colaboradores, e que possui um sistema de auditoria anual das condições de trabalho em seus fornecedores.

Compra da Motorola Mobility acirra polarização entre Google e Apple

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Future.ly: mapeando a inovação no mundo


Fonte: Crowdoque - 18/04/2011

Na minha quase eterna pesquisa sobre inovação, colaboração e afins, descobri esse fantástico site: future.ly. o objetivo do site é mapear a situação da inovação em todo o mundo, das pessoas que estão envolvidas em novas ideias, tendências de vanguarda e pesquisas. O próprio site explica como funciona:

Nossa visão na Future.ly é fazer com que o através de um padrão de vanguarda possamos visualizar as possibilidades futuras e mapear os players, os fatores de influência e a dinâmica no espaço de inovação ao redor do mundo (...).

O primeiro passo do site envolve a análise e o mapeamento de dados de tecnologias relacionadas ao TED. Depois de 1000 pontos, o site terá um visualizador em tempo real mostrando áreas de inovação. Até então, uma lista de tendências de vanguarda pode ser vista, liderando sustentabilidade, código aberto e design.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Empresários aprendem a competir

Consultorias do Sebrae Goiás em torno do uso de novas tecnologias levam micro e pequenas empresas a aumentarem até 15% das vendas; em alguns casos, mudança foi interna e externa


Márcia Abreu

São várias as empresas que entram no mercado sem noção nenhuma (ou com pouca ideia) do que é preciso para laçar o cliente e fazer com que seu negócio prospere, gerando cada vez mais lucro. Dados do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de 2007 mostram que 27% das
empresas que abrem no Brasil fecham no primeiro ano de funcionamento. Um fracasso a cada quatro novos negócios. Mas o número caiu. Em 1999, o índice era mais alto, chegava a 35%.




Silvio Simões


Diretor superintendente do Sebrae Goiás, Manoel Xavier
Ferreira Filho: “Inovação tem sido cada vez mais exigida."




Apesar de o ponto principal de um novo empreendimento ser a qualidade do produto oferecido ou do serviço prestado, há uma série de questões que precisam ser levadas em conta na hora de abrir um negócio, como planejamento, localização, divulgação, preço atrativo, bom atendimento, seja qual for ramo do empreendimento. Dos que estreiam no mercado sem todos ou pelo menos a maioria dos quesitos necessários, alguns quebram, outros seguem, mas com lucro, às vezes, bem inferior ao real potencial.

Uma vez percebida essa lacuna, o Sebrae resolveu criar o programa Agentes Locais de Inovação (ALI), que presta consultoria a micro e pequenas empresas, auxiliando a inovação por meio de novas tecnologias. O projeto, cujo objetivo é o crescimento, fortalecimento e competitividade da empresa, tem parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico para a promoção da inovação nas pequenas empresas (CNPq) e é executado em vários estados.

O Sebrae-Goiás iniciou as atividades do ALI em setembro de 2009, atendendo 664 empresas, entre elas, dos segmentos de confecções, construção civil, móveis, supermercados e cosméticos. O programa é desenvolvido em quatro etapas: sensibilização dos empresários, adesão das empresas ao projeto, elaboração do diagnóstico empresarial, elaboração do diagnóstico de inovação e estruturação do plano de ações estratégicas, e dura dois anos. Portanto, um grupo terá as consultorias finalizadas no próximo mês.

Em outubro terá início do novo clico do projeto com duração de mais dois anos. A tecnologia aplicada será a mesma. A expectativa é atender mil empresas do ramo da indústria da beleza (clinicas de estética, salões, produtos de beleza); confecções; alimentos (indústria e processamento de alimentos, panificadoras e outros) e saúde (óticas, farmácias, clínicas e laboratórios).

A equipe do ALI é formado pela gerente da Unidade de Inovação e Competitividade, Elaine Maria de Moura Souza; a coordenadora, Lúcia Amélia; um gestor em cada um dos escritórios regionais do Sebrae-Go; dois consultores sênior e 20 bolsistas. “Este programa tem como objetivo atuar na disseminação da cultura da inovação às micro e pequenas empresas goianas, orientando empresários à adoção de práticas de adequação dos seus produtos, processos, marketing e organização, competindo assim com as empresas do mercado”, explica a gerente da Unidade de Inovação e Competitividade do Sebrae-GO, Elaine Maria.

O diretor superintendente do Sebrae Goiás Manoel Xavier Ferreira Filho que a inovação, em sua plenitude, tem sido cada vez mais uma exigência do consumidor junto aos serviços e produtos oferecidos pelas empresas no mercado. A sua aplicação, segundo ele, resulta em novos ganhos e rentabilidade para o empresário. E as micro e pequenas empresas respondem por uma parcela significativa do mercado, haja vista que ela representa mais de 50% da mão de obra contratada no Brasil.

“Estrategicamente, a inovação permeia todos os programas do Sebrae, porque tem uma dinâmica transversal e sua aplicação vai desde ações voltadas para o desenvolvimento sustentável até à rentabilidade das empresas”, afirma o diretor superintendente.

Na semana passada, o governo Federal anunciou, em São Paulo, durante o 4º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, que deverá investir fortemente no desenvolvimento de projetos de inovação em setores que tornem a economia brasileira competitiva no cenário internacional nos próximos anos. De acordo com Manuel Ferreira, o Sebrae tem programas, como o Sebraetec e o Agente Local de Inovação (ALI), além de parcerias com a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e outras instituições com o objetivo de entrar com esta agenda propositiva de incremento das micro e pequenas empresa.

O presidente do Movimento Goiano de Competitividade (MGC) e da Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade (CGDC), Pedro Bittar, diz que é preciso orientar micro e pequenos empresários no diz respeito à ferramentas de gestão porque muitos não têm formação acadêmica. Isso, segundo ele, impacta no desenvolvimento e sucesso da empresa. Bittar apoia o projeto Agentes Locais de Inovação (ALI) do Sebrae-GO. “Este programa tem meu total apoio no processo de divulgação e implantação.”

Bittar, que é empresário, faz apenas uma ressalva para os que recebem ou receberão a consultoria: abrir as portas do negócio sem receio de repassar dados para os agentes. O resultado da consultoria, diz Bittar, só ajuda; contribui com qualquer tipo de problema, seja administrativo, tributário, comercial, administrativo, tributário, financeiro ou contábil.

Supermercado Goiás aumenta as vendas em 15%

Antônio Gontijo Pereira Filho, morador do bairro de Campinas em Goiânia, criou o supermercado Goiás em 1992. Os negócios caminhavam bem, mas estava longe de dar o resultado que o pequeno empresário esperava. Por coincidência, o Sebrae-GO abordou o proprietário em abril de 2010 e ele se dispôs a participar do programa Agentes Locais de Inovação (ALI). As consultorias iniciaram no mês de abril.

Muita coisa mudou no supermercado, que hoje emprega 15 funcionários. Na estrutura física, a loja passou por reforma; pintura externa e interna; melhoramento do piso, mudança da fachada; lixeira externa; reorganização de produtos; placas foram colocadas na loja para orientar os clientes e ilhas também. O resultado foi um crescimento de 15% nas vendas.

“Os clientes elogiaram muito a mudança e o incremento nas vendas foi ótimo. Só temos a agradecer ao Sebrae-GO que nos ajudou a competir com o mercado tão voraz de Goiânia”, afirma o dono do supermercado Goiás. Antes da consultoria do Sebrae, o supermercado tinha apenas 13 funcionários; contratou mais dois e, motivados, acabaram por desenvolver mais ações do que inicialmente foi planejado, tamanho o empenho por alavancar e inovar esse empreendimento que há 29 anos atua em Campinas. Os trabalhos do Sebrae no Supermercado Goiás foram desenvolvidos por meio da agente Kelly Kuramoto.

“Fizeram uma verdadeira boa revolução em meu comércio”


Em 2003, Fábio Mendanha resolveu montar um supermercado no bairro onde mora, Crimeia Oeste, nas proximidades da Rodoviária de Goiânia. Seis anos depois levou seus quatro funcionários para fazer cursos de capacitação oferecidos pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Goiás). Ao saber do Programa Agentes Locais de Inovação (ALI) resolveu se inscrever. As consultorias começaram em janeiro de 2010 e finalizam no mês que vem.

De acordo com o proprietário do Supermercado Jacaré, uma verdadeira revolução foi feita em seu mercado, tamanha a mudança. “Mudaram tudo. Layout, fachada, reforma, prateleiras, açougue, caixas, informatização, produtos. Melhorou demais”, declara o dono do comércio, Fábio Mendanha, que agora se sente preparado para competir no mercado de Goiânia.

O empresário, que antes queria ser jogador de futebol e tinha até uma carreira “estável”, não se diz arrependido da escolha que fez, mesmo tendo iniciado sem nenhum conhecimento de gestão de empresa. A experiência foi adquirida com a rotina diária de trabalho.

Confiante com as novas mudanças, Fábio pretende expandir o negócio, como comprar um local para montar seu supermercado [o ponto é alugado], aumentar a estrutura física e gerar mais emprego e renda. O trabalho do Sebrae-GO, que promove a inovação de empresas por meio de orientações de profissionais especializados foi fundamental para dar confiança ao sonho de Fábio Mendanha.

Sebrae-GO auxiliou loja de móveis na construção de identidade visual

A Aquária Móveis Planejados criada em 2002 por Adriano José de Araújo. Fica na divisa de Goiânia com Aparecida de Goiânia. Dois anos depois de ser lançada, o proprietário buscou o auxílio do Sebrae-GO na tentativa de continuar bem com o negócio.

A empresa já participou de vários programas do Sebrae, todos muitos importantes para o seu crescimento. Neste último, o Agentes Locais de Inovação (ALI), os ajudou a construir uma identidade visual, coisa que a loja com oito anos de existência não tinha. As consultorias iniciaram em abril de 2010. O encerramento é em setembro.

De acordo com o dono da empresa, o contato com o agente do Sebrae é quase que diário. “Estamos sempre nos falando e as mudanças são significativas”, afirma Adriano José. No início da consultoria, proprietário e funcionários da Aquária Móveis Planejados fizeram vários cursos. Depois foi desenvolvido um projeto e as missões cumpridas.

As mudanças valorizam o empreendimento de Adriano José. “Muita coisa mudou de abril de 2010 até hoje. Minha empresa é pequena e havia a necessidade de mudanças que eu sozinho não teria condições de fazer. O Sebrae-Go contratou o pessoal que fez a identidade visual da minha loja, o que foi primordial para o meu crescimento. A capacitação de funcionários também foi muito importante”. O empresário diz que sempre terá o Sebrae-GO como parceiro. A agente do Sebrae na Aquária foi Camila Machado.

Saiba como proceder para se tornar parceiro do Sebrae Goiás no projeto Agentes Locais da Inovação (ALI)

Agentes Locais da Inovação batem na sua porta e prestam consultoria para melhorar seu negócio — Geralmente, os empresários atendidos pelo Sebrae são aqueles que procuram o escritório da instituição e requisitam auxílio de consultores para implantar inovações nas empresas. Mas o Sebrae decidiu inovar. Em alguns estados, os especialistas já não esperam o pedido de ajuda por parte dos empreendedores e procuram, por iniciativa própria, os donos de potenciais negócios inovadores. Esses funcionários são conhecidos como Agentes Locais de Inovação.

Os agentes locais de inovação atendem empresas que não participem de projetos coletivos e possuam negócios localizados nas áreas, cidades e regiões de atendimento do Programa — Uma vez atendida, a empresa recebe uma proposta de plano de trabalho com foco em inovação cujo escopo envolveu a participação, tanto do ALI, quanto de um especialista no setor em questão. Este especialista verifica as propostas de cada agente antes que este a devolva ao empresário, além de poder sugerir novas ações conforme sua experiência profissional.

É necessário que as associações comerciais se mobilizem para facilitar o acesso dos agentes de inovação às empresas — O momento da sensibilização dos empresários para a temática de inovação é crítico, por essa razão o Sebrae fecha parcerias locais para implementar o Programa ALI. Depois de feito o mapeamento dos comércios que podem ser beneficiados, os agentes locais de inovação estabelecem um cronograma de visitas de maneira a não inviabilizar novos atendimentos a empresas que venham a ser interessar pelo trabalho deles.

Pontapé inicial

No início do atendimento o agente realiza uma mensuração do grau de inovação da empresa, observando oportunidades em inovar e a diferenciação do negócio. Com este material e o apoio do consultor especialista, o ALI prepara um Plano de Trabalho no qual propõe ações de inovação. O diagnóstico e o Plano de Trabalho são feitos gratuitamente. O empresário precisará desembolsar recursos apenas para seguir as soluções sugeridas, caso necessário, e que vierem a ser adotadas pela empresa. Cada solução pode ter como provedor o próprio Sebrae ou instituições tecnológicas, conforme seu escopo.

Atendimento

Se você é empreendedor e tem interesse em receber visita de um agente, entre em contato com o Sebrae-GO e verifique se o Programa encontra-se disponível em sua região. O atendimento é gratuito; sua empresa poderá destacar-se da concorrência e se tornar mais competitiva; o Sebrae-GO, por meio de sua equipe, identifica novas oportunidades de mercado e de inovação; o crescimento e fortalecimento da sua empresa é certo.



Fonte: Jornal Opção - http://jornalopcao.com.br/posts/reportagens/empresarios-aprendem-a-competir





Postado por: Camila Machado/ALI - Setor Moveleiro

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Caso de Sucesso - Supermercado Jacaré



Supermercado Jacaré quer maior pedaço do mercado

Pequenas empresas tornam-se mais competitivas ao participarem do projeto Agentes Locais de Inovação (ALI), onde consultores interagem com os empresários, oferecendo informações e dicas inovadoras

Sem muito conhecimento sobre gestão de empresas, o caminho encontrado por Fábio foi participar de cursos de capacitação oferecidos pelo Sebrae Goiás


Há oito anos, Fábio Mendanha abandonou a carreira como jogador de futebol para se dedicar a uma nova atividade profissional: tornar-se empresário. Na época, com 28 anos de idade, ele escolheu o segmento de supermercados para atuar. Com pouco recurso financeiro, alugou um espaço no setor Criméia Oeste, em Goiânia (GO), e fez do local o Supermercado Jacaré. Sem muito conhecimento sobre gestão de empresas, o caminho encontrado por Fábio foi participar de cursos de capacitação oferecidos pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Goiás).
A experiência na atividade também foi sendo adquirida com a rotina diária de trabalho. Por ser uma empresa de pequeno porte, Fábio conta com o apoio da esposa na administração do negócio e de mais um empregado nos serviços internos. Mas o pequeno empresário tem planos de expansão, como adquirir o próprio espaço e, com isso, aumentar a estrutura física e gerar mais emprego e renda.

Para começar a alcançar essa meta, o empresário passou a investir em melhorias na atual estrutura do Supermercado Jacaré. Mas isso só foi possível depois de receber apoio gratuito, por meio de uma consultora do Projeto Agentes Locais de Inovação (ALI). A finalidade do projeto, que é uma iniciativa do Sebrae, é promover inovação nas empresas, por meio de orientações de profissionais especializados que, ao realizarem as visitas, buscam soluções e oferecem respostas às demandas de cada empreendimento atendido.

A agente local de inovação Kelly Kuramoto foi quem visitou o empreendimento do Fábio. Ela ajudou a identificar os pontos de melhoria no Supermercado Jacaré e sugerir soluções inovadoras, principalmente a baixo custo, para que a empresa conseguisse aumentar sua competitividade no mercado. As melhorias foram feitas desde a fachada, organização de caixa, estoque de mercadorias até exposição de produtos. “É muito bom o atendimento dos agentes. No meu caso, trouxe informação para a empresa. Mas é preciso estar aberto para ouvir e fazer o que os agentes pedem. Fazer sem medo de errar”, garante o empresário.

Projeto na prática

Realizado há um ano e meio em Goiás, o ALI atende segmentos como construção civil, indústria de móveis, cosméticos, supermercados e confecção, por meio de 20 agentes com formação multidisciplinar. O público-alvo são micro e pequenas empresas do entorno dos principais centros comerciais, que recebem visitas periódicas dos agentes. Eles interagem com os empresários, oferecendo informações e dicas de como essa pequena empresa pode inovar. O acompanhamento é feito por pelo menos um ano, e pode se estender por mais outro ano. O empresário não paga pela consultoria oferecida pelo agente. Somente as soluções sugeridas pelo consultor serão custeadas pelo empresário.

Os agentes são profissionais com até três anos de conclusão da graduação em Administração, Ciências Contábeis, Economia e Gestão de Negócios, capacitados para trabalhar diretamente com as pequenas empresas, apresentando soluções de acordo com as necessidades de cada empreendimento.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias (ASN Goiás): (62) 3250-2268
Oficina de Comunicação: (62) 3225-4899
Projeto Agentes Locais de Inovação (ALI): (62) 3250-2442
Supermercado Jacaré: (62) 3543-3093

Fonte: Agência de Notícias Sebrae Goiás - http://www.go.agenciasebrae.com.br/

Postado por: Kelly Kuramoto/ALI - Supermecadista

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Eventos em Agosto...hora de aproveitar!!


Boa tarde, Empresário (a)!

Agosto é mês de aproveitar eventos e tornar-se mais competitivo, e para tanto não vamos perder tempo...

- CICLO MPE-NET
Trata-se de um ciclo de palestras sobre Comércio Eletrônico para Micro e Pequenas Empresas. esta é a segunda vez que o evento acontece em Goiânia, anual em algumas capitais do país.

Inscrição: gratuita no site do evento http://www.ciclo-mpe.net/cadastro.aspx?evento=52
Data: 09-08-2011
Horário: das 08h30 às 17h30
Local: Sebrae-Go
Av. T-3, 1000, Setor Bueno



- PRÊMIO DE COMPETITIVIDADE MPE Brasil 2011
Desafie-se! Participe do MPE Brasil!
Evento apoiado pelo Sebrae, Movimento Brasil Competitivo, Grupo Gerdau e FNQ - Fundação Nacional da Qualidade.

Prazo de inscrição: até dia 15-08-2011
Benefícios: Empresário recebe em seu email um relatório empresarial de forma gratuita em até 1 dia após o preenchimento de um questionário.



- TEDx
TED é a abreviatura para Tecnologia, Entretenimento e Design e representa uma "organização sem fins lucrativos devotada a `Idéias que merecem ser espalhadas`" que surgiu em 1984, na Califórnia. Já teve como palestrantes Bill Clinton, Bill Gates, Bono Vox, Michelle Obama e Philippe Starck e se propõe ao debate em diversas áreas - educação, arte, política, e claro, INOVAÇÃO - para chegar a alternativas de melhorias para o futuro.

Inscrição: gratuita no link , http://tedxgoiania.com.br/ *com restrição de número de vagas
Prazo de inscrição: até dia 02-08-2011
Resultado das inscrições confirmadas: dia 08-08-2011

Data do evento: 20-08-2011
Horário do evento: das 09h00 às 19h30
Local: Auditório Costa Lima - ALEGO, na Assembléia Legislativa de Goiás
Alameda dos Buritis, 231, Setor Oeste



Por:
Lidiane Eto
agente local de inovação/ confecção
projeto ali /sebrae-go

Semana de Inovação em Moda - Pontalina



terça-feira, 5 de julho de 2011

Novas medidas para vestir o homem "made in Brazil"

Peças de roupa terão tamanhos que consideram tipos físicos dos consumidores nacionais

POR AURÉLIO GIMENEZ

FONTE: ODIA ONLINE (05-07-2011)

Rio - A partir de agora, o uso da fita métrica torna-se fundamental na hora de comprar uma peça de roupa. Está em fase de conclusão a nova padronização do vestuário masculino baseada nos tipos físicos dos brasileiros: ‘normal’, ‘atlético’ e ‘especial’ (obesos). Aos poucos, as escalas por tamanho (P, M e G) ou numérica (40, 42, 44...) vão desaparecer das etiquetas nacionais. Em seu lugar, serão descritas as principais medidas, como estatura, cintura e tórax, além dos comprimentos dos braços e das pernas.

Desenvolvida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a nova classificação deverá chegar às lojas em 90 dias. Está marcada para amanhã a última reunião do Comitê Brasileiro de Têxteis e Vestuários da ABNT, que reúne as principais entidades da indústria têxtil.

Arte: O Dia
Arte: O Dia

Caso o grupo técnico aprove as alterações, a nova classificação passará ainda por consulta pública durante 60 dias. Depois, o grupo terá mais 30 dias para avaliar as sugestões e críticas feitas pelos consumidores. Só então, a ABNT emitirá a NBR (Norma Brasileira) com a nova padronização do vestuário para homens.

“É importante frisar que a norma não será obrigatória e, sim, voluntária. Mas, certamente, os grandes magazines vão trabalhar com a nova padronização, que atende melhor ao consumidor, porque apresenta gama maior de tamanhos de roupa”, explica a superintendente do Comitê, Maria Adelina Pereira.

Ela informa ainda que o novo sistema vai colocar à disposição do público masculino em torno de 20 diferentes medidas, principalmente para os ‘especiais’: “Eles têm enorme dificuldade para encontrar roupas adequadas”. Maria Adelina assegura que a fita métrica será um importante instrumento na hora da comprar uma peça.

Consumidor aprova padrão
Empregado em empresa prestadora de serviços, Marcos Octavio dos Santos Vieira, 42 anos, aprova as mudanças. Segundo ele, para calças, a indústria brasileira deveria seguir o padrão americano, com medida por cintura e perna.

“A roupa masculina é bem diversificada. Mas essa mudança traz benefícios ao consumidor, que terá uma roupa mais ajustada ao corpo. Camisa sobrando manga é uma desgraça”, diz.

De lupa
FITA MÉTRICA — Muito usado por costureiras, o instrumento para tirar medidas será útil na hora de comprar uma roupa. Afinal, o consumidor terá que saber o tamanho da cintura quando quiser, por exemplo, uma calça ou bermuda.

TAMANHO ÚNICO — As roupas com apenas um tamanho cairão em desuso, assim como a escala numérica, que, na realidade, não corresponde ao tipo físico do padrão brasileiro e, sim, às determinações de cada confecção.


Nova padronização reduz gastos na indústria e queixas dos clientes
- Presidente da Associação Brasileira do Vestuário (Abravest), Roberto Chadad informa que, em média, 20% das peças de roupas masculinas são devolvidas após a compra.
- Sexto maior produtor de vestuário do mundo, o Brasil fabrica 5,5 bilhões de peças por ano.
- De acordo com a Abravest, com a nova padronização de tamanhos, a indústria economizará de 5% a 8% a mais em tecido ao produzir uma peça de roupa.
- Com uma modelagem mais específica, o comércio de roupas pela Internet deverá crescer no País, porque não haverá a desconfiança do consumidor em adquirir um produto com o tamanho errado.
- Desde 2010, roupas de bebê, infantis e escolares adotam uma padronização mais adequada ao biotipo das crianças brasileiras.
- Após a classificação das roupas masculinas, será dado início ao estudo para modelagem feminina, com conclusão até 2012.

- Já está certo que haverá separação das peças de lingerie: calcinhas e sutiãs serão produzidos em tamanhos diferentes.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Em Goiânia: Mutirão de Marcas e Patentes

Nos dias 04 e 05/07, na Acieg, em Goiânia, acontecerá o Road Show - Mutirão de Marcas e Patentes.
Simultaneamente em 26 cidades brasileiras, o evento gratuito exige apenas inscrição prévia no site: http://vilage.com.br/pt/mutirao para a participação em palestras para esclarecer dúvidas relacionadas ao registro, e com consultoria técnica e jurídica (também gratuita), pesquisa e levantamento de marca.
Durante a consultoria, poderá ser feito o depósito de marca, bastando levar as cópias do CNPJ, contrato social e logotipo, se houver. Somente será cobrada a taxa federal. E a pesquisa de marcas será gratuita.
O Road Show é uma iniciativa e parceria entre Village e Sebrae, visando divulgar a importância da proteção do capital intangível de uma empresa, munindo empresários de uma ferramenta capaz de destacá-los no mercado.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Evento Maquintex, Fortaleza-CE


Seminário Regional em Busca da Excelência


A FNQ - Fundação Nacional da Qualidade em parceria com o SEBRAE, realiza no dia 29 de junho em Goiânia/GO, o Seminário Regional em Busca da Excelência.
Com o objetivo de apresentar as melhores práticas de gestão das organizações reconhecidas pelos prêmios de qualidade do País, este seminário tem como público-alvo empresários, líderes organizacionais, do terceiro setor, de micro e pequenas empresas e acadêmicos.


Programação:

18:30h - Credenciamento

19:00h - Abertura da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade) - Francisco Teixeira

19:45h - Caso de sucesso MPE (Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas) - Vencedor da Etapa Estadual - Meta Tecnologia - Leandro Pereira Martins

20:15h - Caso de sucesso MPE (Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas) - Vencedor da Etapa Nacional - Agência Ar Bonito - Alexandre Alex Furtado

20:45h - Coffee Break

21:00h - Apresentação do Sebrae Local - Cássia Aparecida Corsatto

21:30h - Caso de sucesso ALI (Agentes Locais de Inovação)

22:00h - Encerramento

3ª Semana do Empreendedor Individual na Praça Cívica

De segunda-feira (27/06) a sábado (2/07), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) promove, em todo o País, a 3ª Semana do Empreendedor Individual. Desta vez, o foco do evento será capacitar os formalizados como Empreendedor Individual (EI) para que alcancem sustentabilidade em seus negócios.
A abertura em Goiás acontecerá no dia 27/6, às 8h30, na Praça Cívica.

Programação:

27/06/2011 (segunda-feira)
11h às 12h - Palestra: Empreendedor Individual - Benefícios da formalização
14h às 15h - Palestra: Como conquistar e manter clientes
14h às 15h - Palestra: Linhas de crédito produtivo para Empreendedores Individuais (Banco do Brasil)
15h às 16h - Palestra: Crédito Produtivo para Empreendedores Individuais (Agência de Fomento)
15h às 18h - Minicurso: Marketing e vendas
18h às 21h - Minicurso: Formação do preço de venda
19h às 20h - Palestra: Entendendo custos, despesas e preço de venda

28/06/2011 (terça-feira)
11h às 12h - Palestra: Aumentando suas vendas com criatividade
11h às 12h - Palestra: Noções de boas práticas para profissionais da beleza (Vigilância Sanitária Municipal)
14h às 15h - Palestra: Empreendedor Individual - Benefícios da formalização
15h às 16h - Palestra: Crédito produtivo para Empreendedores Individuais (Agência de Fomento)
15h às 18h - Oficina: Seu caixa na ponta do lápis!
18h às 21h - Minicurso: Como analisar e escolher o mercado
19h às 20h - Palestra: Internet para pequenos negócios

29/06/2011 (quarta-feira)
11h às 12h - Palestra: Empreendedorismo: o caminho para o próprio negócio
14h às 15h - Palestra: Avaliando se o crédito é problema ou solução
14h às 15h - Palestra: Linhas de crédito produtivo para Empreendedores Individuais (Banco do Brasil)
15h às 16h - Palestra: Crédito produtivo para Empreendedores Individuais (Agência de Fomento)
15h às 18h - Minicurso: Gestão administrativa para o Empreendedor Individual
16h às 17h - Palestra: Noções de boas práticas para serviços de alimentação (Vigilância Sanitária Municipal)
18h às 21h - Minicurso: Marketing e Vendas
19h às 20h - Palestra: Empreendedor Individual - Benefícios da formalização

30/06/2011 (quinta-feira)
11h às 12h - Palestra: Empreendedor Individual - Benefícios da formalização
11h às 12h - Palestra: Noções de boas práticas para stúdios de piercing e tatuagem (Vigilância Sanitária Municipal)
14h às 15h - Palestra: Lucratividade - crescer, sobreviver e morrer
15h às 16h - Palestra: Crédito produtivo para Empreendedores Individuais (Agência de Fomento)
15h às 18h - Oficina: Seu caixa na ponta do lápis!
18h às 21h - Minicurso: Gestão administrativa para o Empreendedor Individual
19h às 20h - Palestra: Administração competitiva

1º/07/2011 (sexta-feira)
11h às 12h - Palestra: Atendimento ao cliente
14h às 15h - Palestra: Empreendedor Individual - Benefícios da formalização
15h às 16h - Palestra: Crédito produtivo para Empreendedores Individuais (Agência de Fomento)
15h às 18h - Minicurso: Gente mexe com gente - o trato com pessoas para a conquista de seus clientes e bons negócios
16h às 17h - Palestra: Noções de boas práticas para serviços de embelezamento de animais (Vigilância Sanitária Municipal)
18h às 21h - Minicurso: Desenvolvendo Equipes - o sucesso do alcance de todos
19h às 20h - Palestra: Inovação como estratégia competitiva para às MPE

2/07/2011 (sábado)
10h às 11h - Palestra: Comércio de cosméticos e produtos de higiene e limpeza (Vigilância Sanitária Municipal)
11h às 12h - Palestra: Lidando com a inadimplência
14h às 15h - Palestra: Aumentando suas vendas com criatividade
15h às 18h - Minicurso: Atendimento ao cliente
18h às 21h - Oficina: Boas Vendas! Bons Resultados
19h às 20h - Palestra: Empreendedor Individual - Benefícios da formalização

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Programa Conecte Seu Negócio

,Google quer pequenas empresas brasileiras na web

São Paulo 15 de junho de 2011 · 15h16

Google quer os pequenos na web

A partir desta quarta-feira, 15, os mais de 5 milhões de empresários de pequenas empresas do Brasil terão mais um estímulo para conectar seus negócios à internet. O Google lançou, em parceria com o Sebrae, a HP e a Yola (empresa de serviços de hospedagem e design de websites), o programa Conecte Seu Negócio, que visa facilitar e ampliar a entrada de empresários de todo Brasil no mundo web.

Como parte do lançamento, o Google oferecerá domínios grátis aos primeiros 5 mil inscritos - promoção válida para a primeira anuidade. Além disso, o programa contempla a criação, o design e a hospedagem do website de forma gratuita. Após o site ser criado, os empresários receberão créditos em Google AdWords - solução de publicidade online - para promover seu site na internet. O papel do Sebrae será o de estimular o empreendedorismo e o desenvolvimento dos micro e pequenos empresários no meio digital, com a produção de material educacional e treinamentos por webinars, além de todo o suporte necessário no canal oficial do projeto.

A partir do site do projeto, o empresário pode checar se o domínio desejado está disponível. Feito isso, basta registrar a empresa por meio do CPF/CNPJ e preencher o formulário com os dados. A partir daí, começa a fase da construção do website: com o uso da ferramenta da parceira Yola, o usuário poderá escolher diversas opções de layout, formatação de página, inserir fotos e o conteúdo.

Para manter seu projeto online, o usuário conta com um pacote especial da HP na oferta de computadores (desktops e notebooks), impressoras e monitores.

“Estamos comprometidos com a inclusão digital das empresas brasileiras, especialmente as micro, pequenas e médias”, afirma Fabio Coelho, presidente do Google Brasil. “Acreditamos que a oferta de ferramentas que ajudam no investimento inicial de construção de um site será um grande estímulo para os mais de 5 milhões de empresários brasileiros que buscam expandir seus negócios online. Nosso objetivo é mostrar a esses empreendedores que a Internet é um ambiente muito rico em oportunidade, com bom retorno sobre os investimentos”, completa.

No website do programa Conecte Seu Negócio é possível ver os cases de empresas que investiram na internet, com testemunhos de empreendedores e informações educativas.

Outros parceiros se uniram ao projeto, e entre eles a Serasa Experian (que em breve vai oferecer promoções especiais de seus produtos para o público do Conecte o Seu Negócio) e a CNI - Confederação Nacional da Indústria (que vai ajudar a divulgar a iniciativa entre os seus milhares de associados através do seu site Clube Indústria de Benefícios).

Fonte: http://www.adnews.com.br/pt/internet/google-quer-levar-pequenas-empresas-brasileiras-a-web.html

Como identificar se seus clientes são fiéis

Abaixo texto publicado na página da Associação Brasileira de Marketing Direto.


Seus clientes são fiéis?


Por Rogério Carpi*

A questão da fidelidade (loyalty) do cliente ocupa uma parte importante na gestão de marketing. Já presenciei diversas posições distintas sobre o assunto. “O ser humano não é fiel por natureza, então pensar em algo que fidelize o cliente é uma bobagem” – disse uma vez uma especialista em comportamento do consumidor. “Programas de fidelidade depois que você coloca no ar não pode tirar mais” – disse um executivo. “O senhor tem o cartão mais?” – repete a moça toda vez que passo no caixa do supermercado. “Só poderão fazer parte do programa de fidelidade os melhores clientes, pois não queremos fidelizar quem não dá lucro” – polemizou um especialista. (Tem muita gente que acredita que programa de fidelização é para toda a base de clientes ... fidelizar quem não dá lucro é conversa de maluco não é mesmo?)

A questão proposta neste artigo é como medir a fidelidade do cliente.

A maioria de vocês já ouviu falar da pesquisa de satisfação. Essa metodologia é muito usada em forma que questionários com algumas perguntas relativas à satisfação ou grau de satisfação do cliente em relação aos serviços oferecidos. A base do raciocínio é que sendo o objetivo da empresa gerar lucros maiores, um bom caminho para tal é ter clientes satisfeitos, pois clientes satisfeitos voltam a comprar, ou seja, clientes fiéis produzem mais lucros.

Há quem prefira fazer uma pesquisa pedindo uma avaliação de 0 a 10 sobre o grau de fidelidade do entrevistado em relação à marca/produto pesquisado. Mas isso não funciona, pois a maioria dos entrevistados não falará a verdade.

Em 2003, Frederick F. Reichheld publicou um artigo na Harvard Business Review intitulado “The one number you need to grow” (o número que você precisa aumentar). Nesse artigo o autor discorre sobre o conceito de fidelidade e propõe, após muitos estudos, uma métrica que represente o grau de fidelidade do cliente – o Net Promoter Score. A idéia básica é que com apenas uma pergunta você pode identificar o grau de fidelidade do cliente. E essa pergunta é: Numa escala de 0 a 10, quanto você recomendaria esta marca/produto para seu amigo?

As respostas são categorizadas em promotores (nota entre 9 e 10), passivos (notas entre 7 e 8) e detratores (notas abaixo de 7). O percentual de detratores é subtraído do percentual de promotores. O resultado dessa conta é o Net Promoter Score.

Exemplo

Você entrevista 1000 clientes fazendo a pergunta “numa escala de 1 a 10, quanto você recomendaria o produto x para seu amigo” e obtém as seguintes respostas.

9 – 10 : 350 clientes promotores = 35%
7 – 8 : 250 clientes passivos = 25%
5 – 6 : 150 clientes = 15%
3 – 4 : 120 clientes detratores = 12%
1 – 2 : 130 clientes = 13%

NPS = 35% – 15% - 12% - 13% = -5% (*)

(*) valores negativos significam que existem mais detratores do que promotores. Mau sinal. Seu produto tem problemas. Não há um valor bom. Depende de vários parâmetros da empresa. Política, metas, bônus, etc.

Outra forma de cálculo: NPS = 40% / 35% = 1.14 (**)

(**) valores acima de 0.75 podem ser considerados altos. Cada empresa/produto terá o seu patamar aceitável para o NPS.

Para finalizar, existem mais duas questões que considero importante você saber ou rever.

A primeira tem a ver com uma pergunta que me fizeram num workshop sobre métricas de marketing: "É possível uma empresa ter um Net Promoter Score muito bom e uma marca detonada"? Sim é claro. Os exemplos clássicos são o site http://www.maritonio.com.br/ no qual uma única pessoa detona a FIAT no site com quase 1.000.000 de acessos e o vídeo clip engraçadíssimo do músico que teve o seu violão quebrado em vôo da UNITED - http://www.youtube.com/watch?v=5YGc4zOqozo&feature=fvst com mais de 7.000.000 de acessos.

A segunda é uma afirmação. É possível que a sua empresa tenha dados transacionais altamente correlacionados com o % de fidelização (ou atrito). Tente descobri-los e você terá um ótimo indicador interno de fidelidade do cliente.

*Sócio gerente da Datalogos

Fonte: Associação Brasileira de Marketing Direto - http://www.abemd.org.br/Artigos/2010-08-04.aspx

terça-feira, 14 de junho de 2011

Novo Blog

Não deixem de acompanhar as novidades no mais novo blog do Projeto ALI totalmente direcionado ao segmento de cosméticos. Acesse: http://aligoiascosmeticos.blogspot.com/

Novo Blog

Não deixem de acompanhar as novidades no mais novo blog do Projeto ALI totalmente direcionado ao segmento de cosméticos. Acesse: http://aligoiascosmeticos.blogspot.com/

domingo, 5 de junho de 2011

Terceira idade: como e porque adequar sua loja a esse público

Com a expansão da renda da população, aumento da qualidade de vida e, consequentemente, da expectativa de vida, o consumidor da terceira idade ganha ainda mais destaque. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 14 anos, os idosos vão representar 29,3% da população brasileira. Outro dado relevante: aqueles com idade acima de 50 anos já respondem por 43% da classe com renda acima de dez salários mínimos.

Segundo Paulo Carramenha, diretor geral da GfK e professor do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM, ocorre uma mudança significativa no perfil do consumidor dessa faixa etária, que deve se consolidar nos próximos anos. Os clientes da terceira idade hoje têm mais disposição e maior poder de compra. E têm também maior predisposição de frequentar diferentes lojas.

De acordo com o especialista, a partir desse comportamento é possível identificar oportunidades. O autosserviço precisa estar atento a essas possibilidades e se adaptar para corresponder à expectativa desse grupo. “Um público cada vez maior merece um olhar especial”, observa.

Carramenha destaca outro dado do IBGE, que deve motivar os varejistas a dar mais atenção à terceira idade. Em 2006, o rendimento desse público somava R$ 16 bilhões de reais ao ano. Para 2020, a estimativa é que esse montante cresça para R$ 25 bilhões.

Veja abaixo algumas dicas para que sua loja possa se adequar a esse novo público:

- Diminuir o turnover: as pessoas de maior idade se sentem mais confortáveis em ambientes onde recebem tratamento personalizado, ao serem reconhecidas pelos atendentes.

- Vale a pena também investir em treinamento da equipe. Tais consumidores prezam a interação humana, por isso gostam de atenção e valorizam o atendimento de pessoas que se mostram pacientes.

- Adaptar a loja às dificuldades físicas desses novos consumidores: substituir escadas por rampas, reforçar a iluminação, aumentar o tamanho das letras das placas de sinalização são algumas dicas.

- Atenção na disposição dos produtos: os itens mais procurados devem ter exposição privilegiada, de fácil alcance.

- Além da exposição, é preciso atenção especial ao sortimento. Procure oferecer produtos que atendam a necessidade de consumo desses clientes.

Fonte: Portal SM

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Consultori​a Coletiva - Formação de Preço de Vendas para Setor Moveleiro

Foi realizado no dia 26 de Maio de 2011 a Consultoria Coletiva Formação Preço de Venda exclusiva para empresas do Setor Moveleiro atendidas pelo Projeto ALI/Metropolitana.

A ação partiu da iniciativa da Agente Local de Inovação Camila Machado, após identificar a necessidade de capacitação de vários empresários na área de formação de preço de venda.

A Consultora Ana Maria Bernardes foi quem conduziu a capacitação, que contou com a presença de 14 empresários.


Confira as fotos do evento:










Publicado por: Camila Machado/ALI Setor Moveleiro

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Visita técnica – Projeto ALI‏ / Supermercados

Em 26/05, aconteceu uma visita técnica em duas lojas do Supermercado Prátiko, situadas no Setor Universitário e Vila Nova, em Goiânia.




A ação organizada pela Agente Local de Inovação Kelly Kuramoto, teve como objetivo apresentar aos empresários participantes do Projeto ALI algumas práticas de layout, sinalização e organização de um supermercado de sucesso na capital.



Na ocasião, os empresários tiveram a oportunidade de conhecer e conversar com o proprietário das lojas, Sr. Ulisses Santos, que compartilhou com os participantes algumas estratégias de atuação deste supermercado que há 01 ano e meio se destaca no cenário goianiense.


quarta-feira, 27 de abril de 2011

We all want to be young! - Todos nós queremos ser jovens!

Seu público é jovem?
- Sim!, ...
- Não?! ...
Mas ele já foi jovem e ainda continua querendo sê-lo...

Cosméticos para rejuvenescer; roupas para parecer mais jovem, para levantar ou parecer que "bumbum" é maior; sem contar as inúmeras cirurgias estéticas.
O clima renew também vai para nossas casas, para o móveis que compramos ou reformamos; e claro, também para nosso consumo, fachadas de negócios diferenciadas, com ar de fresco, ocm disposições que nos convidam a entrar e consumir.
O novo nos chama atenção, simplesmente porque se destaca em meio da nossa rotina, no meio de tantos que não são novos. Limpa nossos olhos, desperta nosso interesse, aguça nossa curiosidade para conhecer, experimentar, ver o que mudou.
O novo é atraente, mas às vezes também busca inspirações no antigo. Querer ser jovem com cara de antigo?! Tem sentido nisso? Tem, porque esse é o sentido em Ser Jovem! Já pensou o quanto ele é dinâmico e o quanto ele evoluiu? E no quanto ele consome e no quanto o próprio, é responsável e, ao mesmo tempo, público-alvo de diversas propagandas que vemos na televisão todos os dias?

Para refletir, um vídeo resultado de 5 anos de estudo da BOX1824, uma empresa que pesquisa tendências, comportamento e consumo.




Por Lidiane Eto- Projeto ALI-GOIAS SEBRAE - Confecção

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A verdadeira arte do fazer diferente: Pipoca do Valdir- PR




REPORTAGEM: CAROLINA FAGUNDES
IMAGENS: FABIANO ANTONIACOMI
EDIÇÃO DE IMAGENS: ROBERTO MONTEIRO KLOSS
SUPERVISÃO TV LUMEN: CYRO RIDAL

SÉRIE EMPREENDEDORISMO POPULAR - CANAL FUTURA.
PIPOCA DO VALDIR

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Como fazer meu cliente feliz?

Veja a seguir texto publicado em http://www.mundosebrae.com.br sobre "Como fazer meu cliente feliz?".

Tivemos a oportunidade de ouvir, numa palestra o Sr. Alexander Zak, especialista em criação de valor comercial e que já trabalhou na NASA

As lições que ficaram foram várias, mas destaco aqui um conceito que agrega valor a qualquer empresa. Tal conceito adaptado e explorado por Alexander vale não apenas para as empresas interessadas na internacionalização, mas também para qualquer empresa que queira se destacar: é a customer centricity.

Alexander diferenciou dois conceitos: customer focus (foco no cliente) X customer centricity (centrado no cliente). Com essas idéias, Alexander denotou que “as empresas devem ter, no mínimo, foco no cliente e, idealmente, estar centrados no cliente”. O isso significa? O ideal é que o seu cliente se sinta o centro de todo o seu negócio; que sinta em todos os momentos que a sua empresa pensa sempre em como fazê-lo feliz, como satisfazê-lo.

Para demonstrar esse conceito ele ilustrou com dois exemplos: um de cunho particular e outro comercial:

1. Em âmbito mais privado pensemos em um casamento. Você casa com quem ama, mas e se um dia essa pessoa chegar e perguntar “como posso te fazer feliz? Pois a razão da minha vida é essa…” Impactante não? Mas ele defende que a empresa centrada no cliente seria idealmente assim, ou como uma mãe, que antecipa seus desejos e faz e serve a comida que você mais gosta um minuto antes de você sentir fome.

2. Como exemplo comercial, que muitos de nós podemos ter enfrentado, é o horário do check in nos hotéis. Por que no mundo há, em geral, um horário de 14h para check in e 12h para check out quando crescentemente usamos vôos de madrugada ou em outros horários? Alexander esclareceu que essa estrutura nasceu para atender a uma realidade de comerciantes que viajavam de cidade em cidade para vender produtos. Assim, eles negociavam pela manhã, viajavam depois e já iam para a próxima cidade para dormir e começar a negociar novamente no dia seguinte. Contudo, essa realidade não é mais predominante. Agora temos o turismo de negócios nos quais os representantes das empresas chegam no final da noite anterior à reunião. Além disso, famílias aproveitam os preços promocionais para viajar de madrugada. Caso os hotéis flexibilizassem esses horários, seria criado um problema para o hotel: como gerenciar a limpeza dos quartos que, atualmente, são concentrados em um período? Como gerenciar a saída de hóspedes em diferentes horários / limpeza do quarto / entrada de novos hóspedes? Segundo Alexander, a realidade está posta e os hotéis devem parar para pensar em uma solução para melhor atender o cliente. Caso não pense, ele está atendendo às necessidades do cliente ou da sua estrutura de limpeza?

A grande lição para a empresa que quer ser centrado no cliente fica a permanente função de se perguntar: “Como fazer meu cliente feliz?”.

É ao buscar a estratégia para atender a essa resposta que devemos envolver todos na empresa, isso inclui quem atende diretamente nossos clientes. São eles que dão a cara da empresa e conhecem o perfil dos clientes. Eles o rosto, a voz, o perfil da empresa.

Leia mais e comente no blog Mercado ao Seu Alcance.

Fonte: Mundo Sebrae - http://www.mundosebrae.com.br/2011/04/como-fazer-meu-cliente-feliz/